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Operação “Residência Segura” da GNR decorre esta semana

A GNR, com o empenhamento das suas Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, da sua estrutura de Investigação Criminal e dos militares afetos aos Postos Territoriais, irão promover o contacto direto com os cidadãos, distribuindo um folheto alusivo à operação “Residência Segura”, o que certamente contribuirá para um aumento do sentimento de segurança, proximidade e confiança na população.

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A Guarda Nacional de Republicana (GNR), entre os dias 11 e 15 de março, irá reforçar o patrulhamento junto das zonas residenciais e sensibilizar os cidadãos para que adotem procedimentos de segurança, no sentido de prevenir situações de furto e roubo nas suas residências.

Os furtos e roubos em residência carecem de uma atenção redobrada por parte da Guarda, não só pela perda dos bens pessoais que acarreta, mas pelo significado que a invasão da esfera privada e dos espaços íntimos dos cidadãos comporta.

Apesar dos crimes de furto e roubo em residência ocorrerem em diversos períodos do dia e dias da semana, existe uma especial preponderância nos dias úteis e no período da tarde, período este em que as pessoas estão ausentes das suas residências por se encontrarem nos seus empregos.

Em 2018, a GNR, registou 175 situações de roubos em residências, dos quais, cerca de 61% visaram pessoas idosas, decorrendo um trabalho contínuo de georreferenciação das residências mais isoladas, o que permite otimizar e direcionar o patrulhamento de proximidade, assim como melhorar a capacidade de resposta em caso de ocorrência. No ano transato, verificou-se que, dos cerca de 6 900 furtos ocorridos em interior de residência, 32% tiveram origem em mero descuido dos proprietários.

Sendo a segurança uma responsabilidade de todos, é importante a adoção de comportamentos preventivos para contribuir para a redução desta criminalidade, tais como:

  • Não abra a porta de sua casa, nem a do prédio, sem ter a certeza quem são as pessoas;
  • Quando sair de casa, feche bem todas as janelas e tranque sempre as portas e portões de acesso;
  • Guarde num local seguro todas as cópias das chaves da sua residência;
  • Coloque um óculo e uma corrente de segurança na sua porta.
  • Durante a noite, mesmo estando em casa, tranque todas as janelas e portas;
  • Não deixe escritos na porta, janela ou caixa do correio, que indiciem a sua ausência;
  • Não deixe acumular correspondência na caixa do correio e coloque na mesma uma fechadura segura;
  • Aos moradores do rés-do-chão e do 1.º andar, recomenda-se a instalação de sistemas de segurança nas janelas;
  • Ilumine bem todas as entradas;
  • Se notar presenças estranhas nas redondezas da sua casa, tente confirmar as suas suspeitas. Em caso de dúvida, ligue para a GNR;
  • Caso se confronte com um assaltante em casa, tente manter a calma, não discuta, nem o confronte. Procure memorizar as suas feições e a roupa que traz vestida,  para as descrever às autoridades. E, principalmente, não reaja!
  • Tenha sempre à mão os números de telefone do posto da GNR da área da sua residência. Em caso de emergência, ligue o 112.

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ASAE fiscaliza Apoios de Praia em todo o país

Foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou uma operação de fiscalização a nível nacional, no âmbito das suas competências, dirigida aos estabelecimentos e/ou bancas de venda ambulante que se encontram junto a praias oceânicas e fluviais, vulgarmente designados por Apoios de Praia.

Na época estival verifica-se um aumento substancial da afluência de turistas, nacionais e estrangeiros, às zonas balneares, pelo que importa assegurar o cumprimento, nesse locais, das regras de higiene, segurança alimentar qualidade dos géneros alimentícios bem como das regras de concorrência e preços.

Como resultado da ação foram fiscalizados cerca de 210 operadores económicos, de norte a sul do país, tendo sido instaurados 2 processos crime por usurpação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos e 65 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a inexistência ou incumprimento de  processo(s) baseados nos princípios do HACCP, ausência de mera comunicação prévia, violação dos deveres gerais da entidade exploradora do estabelecimento de restauração e bebidas, incumprimento de obrigações no âmbito do Livro de Reclamações, irregularidades relativas a afixação de preços, entre outras.

Foram apreendidos cerca 110 artigos de vestuário contrafeito, 10 Kg de moluscos bivalves vivos e 1 instrumento de pesagem num valor global que ronda os € 1 400,00.

A ASAE afirma que “continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos e de forma a garantir a Segurança Alimentar dos produtos”.

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