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Artes à Rua em Évora mais de 300 participantes, oriundos de mais de 12 países(vídeo)

Évora acolhe mais de 300 participantes, oriundos de mais de 12 países, entre atores, artistas visuais (da escultura, da fotografia, da pintura ou da performance), cantores, bailarinos, músicos e muitos outros, que protagonizam os quase 100 espetáculos e intervenções artísticas do Artes à Rua.

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Évora é invadida pelas artes, com o início do Artes à Rua – Festival de Artes Públicas, este ano a decorrer de 13 de Julho a 5 de Setembro.

Animação de rua cinema, circo, dança, escultura, fotografia, instalação, literatura, música – nas suas vertentes de clássica, jazz, hip hop, rock, etc. -, teatro, ópera, entre outros domínios artísticos, fazem parte da programação.

Com as atuações de artistas de Portugal, Argélia, Espanha, Brasil, Índia, Itália, Israel, Marrocos, Roménia, Suíça e de muitos outros países.

A Câmara Municipal de Évora é a promotora do “Artes à Rua – Festival de Artes Públicas” e com a edição de 2019, a terceira, pretende enfatizar a candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027.

No momento em que Évora se assume como candidata a Capital Europeia da Cultura, esta edição do Artes à Rua surge com redobrada ambição e expectativa. 

Em 2019, Évora acolhe mais de 300 participantes, oriundos de mais de 12 países, entre atores, artistas visuais (da escultura, da fotografia, da pintura ou da performance), cantores, bailarinos, músicos e muitos outros, que protagonizam os quase 100 espetáculos e intervenções artísticas do Artes à Rua.

Promovido pela Câmara Municipal de Évora, o festival é concebido em parceria com artistas, criadores, agentes, programadores e públicos. Refletindo uma narrativa de tolerância, de paz e de interculturalidade, decorrente da leitura que a autarquia faz das artes: como forma de emancipar os cidadãos e de potenciar a criatividade e todas as expressões do pensamento, consequentemente, como forma de transformar a sociedade.

Durante o “Artes à Rua”, Évora converte-se num único e grande palco ao ar livre, oferecendo a residentes e visitantes da cidade uma programação cultural que reúne nomes sonantes das artes, portugueses e estrangeiros, assim como novas criações, de artistas consagrados e de artistas eborenses emergentes.

A cantora e compositora irlandesa Sharon Shannon; a sua congénere norte-americana Madeleine Peyroux, a artista francófona originária do Haiti, Moonlight Benjamin; o icónico Chico César, do Brasil; a dupla Martirio e Chano Dominguez, de Espanha; ou o português Manel Cruz, são apenas alguns dos nomes que este ano atuam no festival.

As novas criações são uma das suas prioridades. No “Artes à Rua” vão estrear-se trabalhos de: Omiri, com “Alentejo Volume 1 Évora”; das Mulheres de Palavra, projeto criado de raiz, e propositadamente, que junta as cantoras Uxia, Mynda Guevara, Mara e Emmy Curl ao grupo eborense Vozes do Imaginário; da produção Mar-Planície que, mediante textos do escritor José Luís Peixoto, agrega os artistas Carlos Martins, o Grupo de Cantares de Évora, João Paulo Esteves da Silva, Mário Delgado, Carlos Barreto, Alexandre Frazão, Manuel Linhares, Joana Guerra e José Manuel Rodrigues; e a Ópera Geraldo e Samira, com música de Amílcar Vasques Dias, encenada por F. Pedro Oliveira, com a participação de Nélia Pinheiro, da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, e de grandes vozes líricas nacionais e internacionais, como Marco Alves dos Santos ou Natasa Sibalic, de uma orquestra, do Coro Eborae Musica e de outros instrumentistas, bailarinos e cantores.

Adicionalmente, à semelhança dos dois anos anteriores, e no que se refere a novas criações, mas de artistas locais ou com residência em Évora, também em 2019, o “Artes à Rua” abriu uma chamada para estes criadores. Desta resultaram mais de 40 propostas, protagonizadas por mais de 100 artistas, as quais integram também a programação geral do festival.

Este ano, uma das opções de programação contempla o público infantil e familiar. O espetáculo Canções de Roda, com Ana Bacalhau, Jorge Benvinda, Sérgio Godinho e Vitorino, são uma das propostas selecionadas neste sentido, havendo outras ofertas que passam pelo teatro e pela música para estes públicos em especial.

A sua programação é assim transversal, vai desde a animação de rua, cinema, circo, dança, escultura, fotografia, literatura, música – nas suas vertentes de clássica, jazz, hip hop, rock, etc. -, teatro, ópera, entre outros domínios artísticos. Todos resultantes em espetáculos, produções e encontros em vários espaços públicos da cidade, ao ar livre, e gratuitos. E nos vários palcos, montados pela cidade.

E todo o programa está agrupado por ciclos e/ou outros festivais e por extensões de festivais. 

No primeiro caso estão o Transiberia Mundi, o Guitarras Ao Alto, o FIME, a Música Portuguesa a Gostar Dela Própria ou O Bairro, este um festival de hip hop. Em extensões de festivais a que o “Artes à Rua” se associa surgem o Ev.Ex, que traz a música e a poesia experimental à cidade; o Festival Cister Música, de Alcobaça; o Lisbon Music Fest ou o Ethno Portugal, da Associação Pé de Xumbo.

Como parceiros, o Artes à Rua conta com o Festival de Músicas do Mundo de Sines, o Inatel, o Palácio Cadaval, a Direção Regional de Cultura do Alentejo e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

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Vida e obra de Bach em Alcácer do Sal já no mês de setembro

De 20 a 22 de setembro, no Auditório Municipal da cidade e na Igreja de Santiago, festival “VIVA BACH”.

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A música, a vida, a obra e o génio de J.S. Bach vão estar em destaque em Alcácer do Sal de 20 a 22 de setembro, data em que o Auditório Municipal da cidade e a Igreja de Santiago recebem o festival “VIVA BACH”.

O festival conta com a participação de músicos de Portugal, Áustria, Brasil, Alemanha e Holanda.

A iniciativa tem início no dia 20 de setembro, pelas 21h, na Igreja de Santiago com o concerto “Prelúdios e Fugas”, por Anna Magdalena Kokits (Áustria), no piano e Paul Gulda (Áustria), no cravo.

Para 21 de setembro estão agendados dois concertos na Igreja de Santiago: “As Épocas à Conversa”, às 16h, com Paulo Gaio-Lima (Portugal), no violoncelo, Duo Moving Sounds: Markus Stockhausen (Alemanha), no trompete e Tara Bouman (Alemanha), clarinete baixo; às 21h há “Concertos e Cantatas”, com os artistas Rosina Fabius (Holanda), Mezzo Soprano, Ana Pereira (Portugal), no violino e Camerata “Alma Mater” (Portugal).

No último dia, o Festival “VIVA BACH” arranca às 11h com a Mesa Redonda “A Universalidade de Bach”. A ter lugar no Auditório Municipal de Alcácer, contará com as participações de Vítor Proença (presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal), Alexandre Delgado (Portugal), Rui Vieira Nery (Portugal), Ana Mafalda Castro (Portugal), Cristiano Holtz (Brasil), Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer e Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba. Para terminar, às 16h decorre na Igreja de Santiago “Flauta de Bisel e Cravo”, um concerto protagonizado por António Carrilho (Portugal), na flauta e Cristiano Holtz (Brasil), no cravo.

“VIVA BACH” é promovido pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal tem entrada livre e a direção artística é de Veronika Schreiber.

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