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Opinião

Olhar a realidade, assumir compromissos: o papel dos museus do Sul nas mudanças do mundo rural

A opinião de Miguel Rego, historiador

TDS Telefonia do Sul

Publicado

em

Alentejo. Século XXI. A construção da Barragem de Alqueva trouxe a maior revolução agrária jamais referenciada na história do Alentejo e do nosso país. A água chega a todos os recantos das planuras transtaganas e, pouco a pouco, vamos assistindo a um câmbio profundo naquelas que eram as paisagens de trigos e cevadas, girassol e melão, grão e tremoço que alternavam com um mosaico de montado, olival centenário e vinha. Aguarelas milenares marcando uma paisagem que tem as suas raízes num profundo processo de antropização cuja génese antecede a chegada das gentes de Roma.

Hoje, a Oliveira, a Nogueira, a Amendoeira em modo intensivo, substituem, de forma vitoriosa e irreversível, os campos de trigo e os cultivos de sequeiro dos Barros de Beja. Nas terras de Odemira, as estufas de plástico descaracterizam, deformam, abafam, uma das mais extraordinárias ambiências rurais do Sul da Europa. Os castanhos avermelhados das terras mineiras de Aljustrel e das parcelas do perímetro do Roxo vivem uma homogeneização espacial de duas ou três culturas intensivas que, ao mesmo tempo, não trazem qualidade à água que abastece as populações da região. Pouco a pouco, toda uma cultura histórica vê-se substituída e praticamente extinta, dando lugar a uma nova realidade económica, social e antropológica cujos resultados associados a um tremendo crime ambiental, são inimagináveis.

Há cerca de dois anos, na XXIV conferência geral do ICOM subordinada ao tema “Museus e paisagens culturais”, que se realizou entre 3 e 9 de Julho, em Milão, uma das bandeiras saídas desse encontro salientava a responsabilidade dos museus relativamente à paisagem, elemento essencial do ambiente físico, natural, social e simbólico da Humanidade. A necessidade dos museus tomarem partido numa batalha desleal em que se assiste à utilização indiscriminada de fertilizantes que contaminam solos e o ar que respiramos; à destruição de um extraordinário património arqueológico e etnográfico com testemunho material de mais de 5000 anos de antropização do território; ao desaparecimento impune de todos os elementos funcionais que serviam de apoio à sociedade rural que nos antecedeu e, como tal, ao esvaziar daqueles que eram os espaços de referência das nossas comunidades: o pego do linho, o poço da malta, a azinheira doce, as pias… tudo isso desaparece hoje de forma impune e descomprometida.

Este apelo do ICOM não é de agora, mas é um grito que parece desesperante perante a nossa insensibilidade generalizada.

Reconheço que as formas de funcionamento dos museus são na maior parte dos casos, fruto de contextos sociais e políticos em que o técnico é um mero instrumento adaptável a cada momento.

Mas se queremos que um museu seja um espaço onde as pessoas se sentem identificadas, ao mesmo tempo que se assumam como um local de curiosidade e de descoberta, como é que os nossos museus continuam a não mostrar, a não questionar, a perceber o que está à nossa volta?

Como é que uma estrutura tão importante nos processos de reconstrução, valorização e dignificação da memória, como é um Museu, não abre as suas portas à discussão e avaliação das transformações óbvias e bem visíveis das paisagens culturais e sociais de hoje, trazidas pelas “novas agriculturas e florestas” e que são determinantes para o futuro da comunidade?

Porque é que o Museu, que deveria ser uma plataforma de construção de diálogos, recusa ostensivamente um comprometimento claro e objectivo para o entendimento do presente?

Neste Sul onde o trigo e o pão, as searas douradas e as foices dos ceifeiros são só uma memória e parte telúrica da diáspora, o que maioritariamente enche plintos, expositores e painéis dos museus de carácter rural são esses objectos sem que haja uma preocupação que contextualize(m) a(s) realidade(s) que os albergaram e lhe deram funcionalidade .

Como é possível que neste mundo rural onde as especificidades que identificam a sua estrutura antropológica se alteraram tão profundamente nestes últimos 35 anos, fruto das novas realidades trazidas pelo Poder Local Democrático, essa transformação esteja completamente ausente das paredes dos nossos museus?

Num território onde a natureza social e económica das populações transformou o conceito de ruralidade numa leitura/abordagem diametralmente oposta àquela que o identificava há duas gerações atrás, porque será que dessa alteração não reconhecemos nada nas paredes dos nossos museus?

Numa região onde a estrutura política de regime, sobretudo com a dignificação do poder local no pós 25 de Abril, através da sua autonomia económica e política, se modificou de forma tão fracturante, mas onde a cultura continua a ser olhada com desdém e confundida com festividades e animaçãozinha, é nos museus que reside a possibilidade de construção de um novo discurso que faça emergir uma nova relação de dignificação e valorização dos territórios sem que isso ponha em causa a relação com os públicos, potenciais e não potenciais, do Museu.

Todos os dias desaparecem os testemunhos que nos podem trazer o discurso mais vivo e objectivo de um tempo já ausente, que foi o do mundo rural no Estado Novo e as suas estruturas de poder; as lutas pelas oito horas de trabalho, o papel da guerra colonial e a emigração como elementos estruturantes para a mecanização da nossa região. No entanto, continuamos a encher os museus rurais de cocharros, bilhas, alfaias agrícolas, foices e vestidos de chita sem questionar, sem contextualizar, sem provocar.

Uma sociedade em mudança confronta-se, mais do que qualquer outra, com a questão da heterogeneidade, diz Filomena Silvano. E gerir em simultâneo, o que resta da tradição e o que a modernidade trouxe de novo, corresponde a representar uma temporalidade complexa, por vezes aparentemente contraditória.

Mas é neste paradigma onde se conjugam a exposição do documento, a sensibilização do cidadão, a salvaguarda do património e o aprofundar do conhecimento, que entendemos e vemos o papel dos museus. E, sobretudo, o papel dos técnicos dos museus nas suas múltiplas valências técnicas e pessoais, que tanto despoletam sensibilidades como protegem e valorizam a memória da comunidade.

A construção social da memória e o processo de ressignificação dos objectos no espaço museológico é fundamental para que o turismo, enquanto fenómeno indispensável para a sobrevivência dos museus, seja entendido como referência complementar e não como referência fracturante. Mas para isso é necessário o Museu entender e assumir o seu território de acção e de intervenção. Elemento criador de processos de aprendizagem, na formação e na educação, de dignificação da memória, na sua promoção e divulgação, na transformação de olhares e potenciadora de novas visões.

Opinião

A GNR NO MUNDIAL DE 2006 – 2ª parte

A opinião de Rogério Copeto Tenente-Coronel da GNR, Mestre em Direito e Segurança e Auditor de Segurança Interna

Rogério Copeto

Publicado

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Conforme referido no último artigo, no âmbito da preparação para o Mundial 2006, a Seleção Nacional de Futebol realizou no dia 27 de maio pelas 18H00, um jogo de treino com a sua congénere de Cabo-Verde, no Campo da Silveirinha, tendo esgotado a lotação de cerca de 10.000 espectadores.

Para além do jogo de preparação que a Seleção Nacional de Futebol realizou no Campo da Silveirinha, foi também naquele local que foram realizados os treinos de preparação, durante o estágio de preparação, que decorreu entre os dias 20 e 31 de maio de 2006.

A assistência aos treinos estava limitada a 500 espectadores, cujos bilhetes, emitidos pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), eram distribuídos pelas escolas de Évora, tendo, no entanto, sido possível obter autorização da FPF, por duas vezes, para abrir as portas a todos os que quisessem assistir aos treinos e desse modo permitir a milhares de pessoas estarem perto dos seus ídolos, tendo só sido possível devido às garantias de segurança que a GNR deu durante todo o estágio.

Durante os treinos o controlo de acessos foi garantido por militares da GNR, bem como a regularização de trânsito na estrada de acesso ao Campo da Silveirinha e o controlo das entradas nos portões de acesso, com a colaboração dos Assistentes de Recinto Desportivo (ARD) que asseguraram a revista aos adeptos.

Uma Equipa do Pelotão de Intervenção Rápida (PIR) garantiu a segurança aos jogadores da seleção nacional, duas Patrulhas a Cavalo asseguraram a segurança do perímetro exterior do Campo da Silveirinha e uma Equipa de Inativação de Engenhos Explosivos Improvisados (EIEEI) com a colaboração dos binómios cinotécnicos do Grupo de Évora (agora Comando Territorial de Évora), efetuaram o rastreio a toda a infraestrutura. 

Assim e para além da segurança que diariamente era executada durante os treinos, o Destacamento Territorial de Évora, executou ainda uma operação de segurança ao jogo de preparação entre a Seleção Nacional de Futebol e a sua congénere cabo-verdiana, no dia 27 de maio de 2006, entre as 14h00 às 21h30, tendo para o efeito sido montada uma operação de segurança, no Campo da Silveirinha, que não tem nenhuma das características, que qualquer um dos estádios que foram construídos para o EURO 2004 possuem.

Apesar de todas as dificuldades foi possível colocar dentro do Campo da Silveirinha, antes do início do jogo, cerca de 10.000 espectadores e no fim retirá-los, sem qualquer incidente de maior, tendo, no entanto, sido registadas seis emergências médicas, ficando uma pessoa internada por desidratação, devido ao calor intenso que se fez sentir durante o jogo.

A operação de segurança ao jogo realizou-se nos mesmos pressupostos para o jogos realizados no EURO 2004, com a montagem de um dispositivo de segurança, com três perímetros de segurança (que tendo em conta a dimensão do campo da Silveirinha, coincidiram no mesmo local), “perímetro do organizador”, “perímetro de revista” e “perímetro de dissuasão” e três níveis de intervenção, o 1º nível de intervenção que foi assegurado por uma Força de Investigação Criminal e os ARD’s, o 2º Nível de intervenção que foi assegurado por um Pelotão e o 3º Nível de intervenção que foi assegurado por uma força de Manutenção de Ordem Pública (MOP).

No que diz respeito ao planeamento e preparação do jogo, essa fase iniciou-se muito dias antes, tendo no próprio dia do jogo sido realizada pelas 10H30, uma reunião no Campo da Silveirinha, com o Diretor de Segurança, o Chefe dos ARD’s, o Comandante da Operação, os oficiais de ligação da FPF, o Comandante dos Bombeiros Voluntários e da Cruz Vermelha, a Direção da FPF, os responsáveis do Lusitano Ginásio Clube e a equipa de arbitragem.

Pelas 14H00, foi realizado no estádio o brieffing da operação com todos os militares empenhados, tendo pelas 14H30 sido montado o dispositivo de segurança e pelas 15H30 por ordem do Diretor de Segurança foram abertas as portas ao público.

Um dos momentos mais críticos que se esperava, era a chegada das seleções de Portugal, de Cabo-Verde e da equipa de arbitragem, que deram entrada no Campo da Silveirinha pelas 16H30. E o outro momento seria a chegada dos adeptos da seleção cabo-verdiana, que fizeram a sua chegada pelas 17H25, acompanhados por 6 Spotter’s da GNR e 8 da PSP, tendo os militares da GNR, com os coletes vestidos, reforçado os militares da Força da Investigação Criminal no 1º nível de intervenção e os agentes da PSP, com os coletes despidos, sido colocados no interior do Campo da Silveirinha, à disposição do Comandante da Operação.

Às 17H30 foi dada ordem aos ARD’s que se encontravam na porta de acesso ao Campo da Silveirinha, para acelerarem a revista, por ainda se encontrarem no exterior do campo cerca de 2000 espectadores, tendo às 18H00 se iniciado o jogo com as bancadas completamente cheias.

O jogo terminou pelas 20H00 e às 21H30 já nenhum dos adeptos se encontrava nas imediações do Campo da Silveirinha, cujo o resultado foi de 4-1 a favor da seleção nacional, tendo como autores do golos os seguintes jogadores: 1-0, Pauleta, 50 segundos; 1-1, Fernando Meira, 21 minutos (própria baliza); 2-1, Pauleta, 38 minutos; 3-1, Petit, 60 minutos, e; 4-1, Pauleta, 83 minutos.

Os 149 militares das várias valências da GNR, empenhados na segurança ao jogo, cumpriram a sua missão, usando de uma postura, dedicação e empenho exemplares em todas as tarefas que desempenharam, contribuindo assim para que a operação decorresse da melhor forma, também contribuiu para o sucesso da missão, o planeamento efetuado, que se iniciou em meados de fevereiro, logo após a confirmação oficial por parte da FPF, sendo possível à GNR acompanhar o evoluir da construção do Campo da Silveirinha, desde o inicio, onde por sua solicitação foram introduzidas alterações que não estavam previstas e que muito contribuíram para que a segurança ao mesmo fosse facilitada.

Terminamos lamentando o estado deplorável a que chegou o Campo da Silveirinha, passados 13 anos, local onde já não se realizam jogos, nem da formação do Lusitano, tendo sido construído, não só para colher o estágio da Seleção Nacional de Futebol, mas também para substituir o Campo Estrela, que por não ter condições de segurança, não foi possível no dia 13 de outubro de 2017, realizar-se o jogo entre o Lusitano e o Futebol Clube do Porto, para a terceira eliminatória da Taça de Portugal de futebol, que foi disputado no Estádio do Restelo.

Por isso os Eborenses muito dificilmente assistirão novamente em Évora, a jogos da Seleção Nacional de Futebol ou outros da mesma importância, podendo ser este também um dos fatores que afastam as pessoas do futebol em Évora e ser um dos motivos para que os clubes da cidade de Évora estejam afastados dos campeonatos nacionais de seniores há tanto tempo.

Rogério Copeto 

Tenente-Coronel da GNR, Mestre em Direito e Segurança e Auditor de Segurança Interna

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