Últimas:
Obras de Alqueva não param durante pandemia. – TDS Radio e Televisão do Sul
Siga-nos
blank

Agricultura

Obras de Alqueva não param durante pandemia.

Centro de Interpretação de Alqueva e o Museu da Luz estão encerrados ao público.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

Publicado

em

Atendimento presencial com marcação prévia

 ” Empreitadas continuam como previsto”

No âmbito da evolução da situação de emergência em Portugal provocada pela pandemia, e de acordo com o Plano de Contingência da EDIA, das recomendações da Direção-Geral da Saúde, a EDIA decidiu encerrar todos os espaços de acesso público, nomeadamente o Centro de Interpretação de Alqueva e o Museu da Luz.

Decidiu igualmente restringir o atendimento presencial na sua sede e nos edifícios de apoio à exploração, exigindo a sua marcação prévia e aconselhando os seus clientes a utilizarem o email e o telefone como canais de comunicação preferencial.

Todas as restantes atividades mantêm-se, nomeadamente as empreitadas em curso, os programas de manutenção e a assistência aos clientes.

A EDIA tem a seu cargo o fornecimento de água para rega bem como para reforço do abastecimento público e industrial.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

Publicado

em

ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

Continuar a ler

x
error: Content is protected !!