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Economia

O ZMAR, em Odemira, está à venda. Empresa declarou insolvência e o Eco Camping vai a leilão.

Valor base para venda é superior a 3 milhões de euros

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A empresa que detém mais de 50% do Zmar Eco Camping, um dos parques de campismo e alojamento mais conhecidos no país, declarou insolvência. O espaço está à venda e irá a leilão no próximo dia 26.

O valor base é de 3.249.326 euros, como se pode ver no site da Leilosoc, empresa que está a organizar o leilão.

Em causa está a venda da participação social da Cravex, S.A. correspondente a 56,60% na empresa Multiparques a Céu Aberto, Campismo e Caravanismo em Parques, S.A.

De acordo com a informação disponível no site, o Zmar tem uma área total de 81 hectares e capacidade máxima para 1572 pessoas. É composto por um eco-hotel – bungalows de tipologias T1 a T3 -, parque de campismo com 90 metros quadrados, com água e eletricidade, um parque aquático, restaurante, bar, supermercado, escritório, equipamentos de apoio (balneários) e copa comunitária.

O espaço inclui ainda uma zona desportiva – que inclui Ténis, padel, polidesportivo (basquetebol, andebol e futsal), ginásio (yoga e relaxamento), spa (massagens bio, esfoliações corporais e faciais bio), zona de aventura (circuito de arvorismo, tiro com arco, passeios de bicicleta, percurso pedestre de manutenção, matraquilhos humanos, entre outros – e uma área infantil – com parque de diversões, eco workshops e ateliers, quinta pedagógica e centro de interpretação ambiental.

Economia

Sindicato acusa empresas de despedimento ilegal de 16 trabalhadores na refinaria de Sines.

100 trabalhadores estiveram reunidos em plenário junto à porta da Petrogal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE-Sul) acusou as empresas Martifer e CMN de querer “despedir de forma ilegal” 16 trabalhadores que prestam serviço na refinaria da Petrogal em Sines.

O contrato de manutenção desta empresa com a Galp envolve 180 trabalhadores, que prestam serviço de manutenção, mecânica, serralharia, instrumentação e eletricidade, com um vínculo precário embora tenham trabalho permanente e crucial nesta refinaria”, explicou Pedro Carvalho.

Segundo o representante dos trabalhadores, que estiveram hoje reunidos em plenário, junto à porta da Petrogal, em Sines,”de tempos a tempos, a empresa decide unilateralmente despedir os trabalhadores e agravar mais a precariedade que já existe na refinaria”.

“Atualmente, são 16 despedimentos de trabalhadores da CMN que cede pessoal à Martifer, mas fala-se em mais despedimentos. Por isso, estamos em luta”, indicou o dirigente, contestando a legalidade destas ações com base no Código do Trabalho.

O plenário, que reuniu cerca de 100 trabalhadores de manutenção na refinaria da Petrogal, apelidados pelos dirigentes como “o coração da refinaria” de Sines, serviu para combater a precariedade e “travar as comunicações do consórcio sobre o fim da relação de trabalho” e a caducidade do contrato.

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