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Economia

A expansão do porto de Sines é «crítico para o desenvolvimento de Portugal», diz ministro.

Obras para reforçar Porto de Sines já se iniciaram. Investimentos serão superiores a 1.2 mil milhões de euros.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Durante uma visita ao porto de Sines, no distrito de Setúbal, o Ministro reiterou o objetivo do Governo de dar o impulso necessário para concretizar os investimentos previstos.

«Há um trabalho que já começou na legislatura anterior e que vai ser continuado. Queremos, em conjunto com a autarquia e a administração do porto, dar o impulso necessário para conseguirmos rapidamente ter os investimentos em curso».

Pedro Nuno Santos referiu que há «boas perspetivas para a expansão», que incluem a construção do novo terminal Vasco da Gama, avaliado em 650 milhões de euros, e a expansão do Terminal XXI, no valor de 660 milhões de euros».

O Ministro sublinhou que estes são «dos maiores investimentos do País e de dimensão não habitual em Portugal, que representa também uma oportunidade de Portugal ser uma plataforma muito importante no quadro global de transporte de mercadorias».

«Com as condições únicas do porto de Sines, temos obrigação de as aproveitar em benefício do povo», acrescentou.

Pedro Nuno Santos afirmou que há «investidores e atores mundiais que estão a olhar com atenção para esta oportunidade de negócio» e «um trabalho de captação e de sedução que está a ser feito». «São nove meses para apresentar as candidaturas [ao novo terminal Vasco da Gama] e vamos estar a trabalhar para conseguir que sejam vários os interessados», disse.

Economia

Sindicato acusa empresas de despedimento ilegal de 16 trabalhadores na refinaria de Sines.

100 trabalhadores estiveram reunidos em plenário junto à porta da Petrogal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE-Sul) acusou as empresas Martifer e CMN de querer “despedir de forma ilegal” 16 trabalhadores que prestam serviço na refinaria da Petrogal em Sines.

O contrato de manutenção desta empresa com a Galp envolve 180 trabalhadores, que prestam serviço de manutenção, mecânica, serralharia, instrumentação e eletricidade, com um vínculo precário embora tenham trabalho permanente e crucial nesta refinaria”, explicou Pedro Carvalho.

Segundo o representante dos trabalhadores, que estiveram hoje reunidos em plenário, junto à porta da Petrogal, em Sines,”de tempos a tempos, a empresa decide unilateralmente despedir os trabalhadores e agravar mais a precariedade que já existe na refinaria”.

“Atualmente, são 16 despedimentos de trabalhadores da CMN que cede pessoal à Martifer, mas fala-se em mais despedimentos. Por isso, estamos em luta”, indicou o dirigente, contestando a legalidade destas ações com base no Código do Trabalho.

O plenário, que reuniu cerca de 100 trabalhadores de manutenção na refinaria da Petrogal, apelidados pelos dirigentes como “o coração da refinaria” de Sines, serviu para combater a precariedade e “travar as comunicações do consórcio sobre o fim da relação de trabalho” e a caducidade do contrato.

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