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O festival em que arderam 458 carros este ano não se realiza. (recorde as imagens)

Alguns proprietários até hoje não receberam qualquer indemnização. O processo cível ainda corre em tribunal e o processo criminal foi arquivado em 2017 dado não ter sido possível apurar qual foi a fonte de ignição.

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O processo do incêndio no festival Andanças ainda não está concluído. Os lesados do incêndio continuam a reclamar 831 mil euros em tribunal.

O advogado Pedro Proença que representa parte dos lesados do incêndio no festival Andanças, interpôs uma ação em tribunal , em 2018, contra três entidades, exigindo uma indemnização de 831 mil euros.

No processo a correr no Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco um grupo de 60 lesados e três seguradoras reclamam uma verba de 831 mil euros à associação PédeXumbo (organizadora do festival), à Câmara Municipal de Castelo de Vide e à seguradora da Caixa de Crédito Agrícola.

Entretanto a organização do Festival Andanças e a seguradora do evento foram totalmente absolvidas de responsabilidades nos danos causados no automóvel de uma participante na sequência do incêndio que deflagrou em 2016 no parque de estacionamento em Castelo de Vide em que foram destruídos ou afetados 458 automóveis. A decisão judicial foi pelo Tribunal Cível de Portalegre e agora confirmada pelo Tribunal da Relação de Évora após recurso da autora do processo, uma professora de música que teve danos a rondar os mil euros na sua viatura.

Estas foram as primeiras decisões de tribunais sobre a responsabilidade civil das entidades organizadoras, após o inquérito-crime ao incêndio ter sido arquivado em 2017 pelo Ministério Público, dado não ter sido possível apurar qual foi a fonte de ignição.

 

Património

Forte de Albarquel está a ser reabilitado

A fortaleza foi projetada em 1642, no contexto da Guerra da Restauração da Independência portuguesa, quando D. João IV procedeu a uma ampla remodelação da estratégia defensiva de Portugal, à qual não foi alheia a proteção da barra do Sado.

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O Forte de Albarquel está a ser reabilitado numa operação liderada pela Câmara Municipal de Setúbal, com trabalhos com conclusão prevista para setembro, que devolve aquele património do século XVII à cidade com novas valências culturais e educativas.

As obras de recuperação da antiga fortificação militar foram iniciadas em agosto do ano passado e, durante todo este período, os trabalhos estiveram centrados, sobretudo, no interior do imóvel cedido pelo Ministério da Defesa à Câmara Municipal de Setúbal, em janeiro de 2015, por um período de 32 anos.

Por se tratar de um edifício com elevado valor patrimonial, a opção do gabinete de arquitetura responsável pelo projeto de reabilitação do Forte de Albarquel focou a prioridade no interior do imóvel, no qual foi necessário conduzir um delicado conjunto de ações de restauro e concretizar novas soluções estruturais.

A operação, a decorrer há cerca de nove meses, com encargos repartidos entre a autarquia e o The Helen Hamlyn Trust, no âmbito de um memorando de entendimento firmado em 2016, reserva para a fase final da intervenção os trabalhos de recuperação do exterior da fortaleza, ações de maior impacte visual para o público.

Além da recuperação do edificado histórico, a operação, cuja conclusão, de acordo com o caderno de encargos, está prevista para setembro, contempla um conjunto de ações de beneficiação da área envolvente, trabalhos a executar pela Câmara Municipal de Setúbal.

Esquecido ao longo de décadas e longe da imponência militar de outros tempos, o Forte de Albarquel renasce com num plano delineado pelo município para o transformar num espaço cultural e educativo, com valências museológicas e expositivas, componentes para diversas manifestações culturais e artísticas e funções de sala de visitas da cidade.

O Forte de Albarquel, localizado na praia com o mesmo nome, na margem direita da foz do rio Sado, integrou, a partir do século XVII, a linha defensiva do trecho do litoral que se estendia entre Setúbal e Sesimbra e funcionou como complemento do Forte de São Filipe na proteção da povoação marítima sadina.

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