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Nuno Veiga é fotojornalista é alentejano e é um dos melhores

Falamos com ele e ficamos a conhecer uma ‘caminhada’ de sucesso. Da ‘bola’ em Campo Maior a uma das últimas fotoreportagens na Venezuela.

Amilcar Matos

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Habitualmente fotografa e filma os acontecimentos de relevância no Alentejo para a Agência Lusa, mas no passado mês de fevereiro o fotojornalista Nuno Veiga acompanhou durante dez dias os acontecimentos na Venezuela.

Fotojornalista Alentejano ‘olhou’ e ‘fotografou’ o dia a dia na Venezuela

Reside em Elvas, cidade do distrito de Portalegre onde nasceu há 45 anos, e com alguma regularidade acompanha acontecimentos fora do país ao serviço da agência para onde trabalha há duas décadas. Hoje apontamos a nossa ‘objectiva’ para um dos melhores fotojornalistas portugueses. É alentejano … e é uma referência para todos os profissionais da comunicação social.

E entrevista à TDS Nuno Veiga retrata o seu percurso a fazer ‘ bonecos’ em todo o mundo.

(TDS)Que experiência foi esta na Venezuela? 

(Nuno Veiga)Foi uma viagem de uma equipa da Agência Lusa, eu como jornalista multimédia (fotografia e vídeo) e um colega, reforçando a cobertura do correspondente da agência que reside em Caracas, com objetivo de acompanhar a situação difícil que se vive no país. Tivemos também em atenção fazer reportagem e ouvir a grande comunidade de portugueses e luso-descendentes que ali residem. 

O que mais te marcou nesta viagem?

Custa ver pessoas à procura de comida no lixo… E não foi uma situação pontual, foi uma imagem frequente em vários pontos de Caracas. Apesar de ter estado 10 dias naquela que é considerada a cidade mais perigosa do mundo, posso dizer que tive a sorte de não me sentir em perigo em momento nenhum, apesar de circulamos pela cidade de dia e de noite, sempre com muitas precauções de quem nos acompanhava. As histórias de assaltos à mão armada eram muitas, mas o perigo não é visível apesar de estar presente. Quem me acompanhava insistia sempre para que guardasse a máquina fotográfica na mochila a menos que fosse estritamente necessário usá-la… E nestes casos queremos fotografar tudo… Foi algo stressante.

Por outro lado senti o que sinto sempre nestas viagens: o que nos mostra a televisão parece sempre pior que a realidade no local, há sempre uma tendência para “piorar” as coisas. É verdade que os venezuelanos têm muitas dificuldades, os salários são miseráveis, há fome, falta de medicamentos, miséria. Mas por outro lado as pessoas são afáveis e tentam levar o seu dia-a-dia de uma forma normal. Não vi o “estado de guerra” que alguns jornalistas descreveram.

Estiveste em contacto com a comunidade portuguesa por lá. Qual o sentimento que se vive?

As pessoas estão cansadas desta realidade política. Todos querem voltar aos tempos em que, como contaram, havia festas nas ruas, havia qualidade de vida. Querem mudança porque já se percebeu que a atual situação não vai trazer soluções. Muitos portugueses com quem falámos têm décadas a viver no país, têm os seus negócios, não querem vir embora e começar de novo. Querem sim que as coisas melhorem para poder seguir as suas vidas num país que tem recursos e todas as condições para ser um paraíso.

Já estiveste em várias “missões” internacionais, qual foi a que mais te marcou?

Apesar de habitualmente trabalhar no Alentejo, com a Lusa tenho tido algumas oportunidades de conhecer algumas realidades diferentes da nossa. Timor, onde estive para acompanhar eleições em 2007 e 2017, foi um dos que mais marcou. Gostei de ver a evolução de um novo país dez anos depois onde de uma situação de fome se passou a notar bastante progresso e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Mas o acompanhamento da instalação das tropas portuguesas no Kosovo, em 1999, foi sem dúvida o que mais me marcou… A situação do pós-guerra e o facto de ser a primeira vez que saí do país para um local onde se ouviam tiros com alguma frequência foi sem dúvida marcante.

Fala um pouco desse sonho de ser fotojornalista?

Bem, as portas para este meio abriram-se com a subida do SC Campomaiorense à primeira divisão do futebol nacional, em 1997, e a necessidade permanente de um colaborador da Agência Lusa no Alentejo. Era o meu objetivo, após um Curso de Comunicação Social da escola profissional Epral, e tive a sorte de estar no lugar certo à hora certa. Já lá vão 22 anos a trabalhar naquilo que gosto e na zona onde me sinto bem, o Alentejo.

Infelizmente cada vez somos menos jornalistas e ainda menos fotojornalistas a trabalhar nesta região, devido à crise dos órgãos de comunicação social, principalmente regionais. Hoje em dia um jornalista escreve, fotografa, faz vídeo, áudio e diretos para o Facebook… É o chamado “one man show” e obviamente a qualidade geral do trabalho não pode ser a mesma, por muito bom jornalista que se possa ser. 

Veja a galeria de fotos, parte do trabalho realizado por Nuno Veiga na Venezuela.

  • É frequente ver-se pessoas a vasculhar o lixo na zona pobre de Coco Frio, no bairro de Cátia um dos mais populosos de Caracas, onde existe uma cantina social que dá almoço às crianças. Instalada na casa de uma habitante, este projeto pertence à associação "Alimenta la Solidariedad", que vive de donativos, especialmente de venezuelanos espalhados pelo mundo. O projeto tem já 27 cantinas sociais na capital e 85 em todo o país, dando almoço a 7500 crianças dos 2 aos 12 anos e envolvendo as mães como voluntárias. (ACOMPANHA TEXTO DE 14 DE FEVEREIRO DE 2019) Caracas, 13 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

  • Zona pobre de Coco Frio, no bairro de Cátia um dos mais populosos de Caracas, onde existe uma cantina social que dá almoço às crianças. Instalada na casa de uma habitante, este projeto pertence à associação "Alimenta la Solidariedad", que vive de donativos, especialmente de venezuelanos espalhados pelo mundo. O projeto tem já 27 cantinas sociais na capital e 85 em todo o país, dando almoço a 7500 crianças dos 2 aos 12 anos e envolvendo as mães como voluntárias. (ACOMPANHA TEXTO DE 14 DE FEVEREIRO DE 2019) Caracas, 13 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

  • Em vários pontos da cidade é comum ver-se pessoas a catar o lixo em busca de algo aproveitável, o que também acontece em Cátia, um dos maiores bairros da capital, Caracas. Só ali, vivem perto de três milhões de pessoas, já incluindo as favelas à volta. É um bairro popular, conhecido por ser um barómetro social do país, quando ali as coisas começam a mudar, todo o país muda. Denúncias sobre necessidades alimentares e médicas são utilizados no discurso político para justificar a entrada de assistência humanitária na Venezuela. No bairro de Cátia, oeste de Caracas, a equipa de reportagem da Lusa encontrou vários casos dramáticos. (ACOMPANHA TEXTO DE 11/02/2019). Caracas, 10 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

  • Um prédio na cidade de Caracas, onde denúncias sobre necessidades alimentares e médicas são utilizados no discurso político para justificar a entrada de assistência humanitária na Venezuela. No bairro de Cátia, oeste de Caracas, a equipa de reportagem da Lusa encontrou vários casos dramáticos. (ACOMPANHA TEXTO DE 11/02/2019). Caracas, 05 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

  • Crianças brincam na zona pobre de Coco Frio, no bairro de Cátia um dos mais populosos de Caracas, após almoçarem numa cantina social. Instalada na casa de uma habitante, este projeto pertence à associação "Alimenta la Solidariedad", que vive de donativos, especialmente de venezuelanos espalhados pelo mundo. O projeto tem já 27 cantinas sociais na capital e 85 em todo o país, dando almoço a 7500 crianças dos 2 aos 12 anos e envolvendo as mães como voluntárias. (ACOMPANHA TEXTO DE 14 DE FEVEREIRO DE 2019) Caracas, 13 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

  • Em vários pontos da cidade é comum ver-se pessoas a catar o lixo em busca de algo aproveitável, o que também acontece em Cátia, um dos maiores bairros da capital, Caracas. Só ali, vivem perto de três milhões de pessoas, já incluindo as favelas à volta. É um bairro popular, conhecido por ser um barómetro social do país, quando ali as coisas começam a mudar, todo o país muda. Denúncias sobre necessidades alimentares e médicas são utilizados no discurso político para justificar a entrada de assistência humanitária na Venezuela. No bairro de Cátia, oeste de Caracas, a equipa de reportagem da Lusa encontrou vários casos dramáticos. (ACOMPANHA TEXTO DE 11/02/2019). Caracas, 10 de fevereiro de 2019. NUNO VEIGA/LUSA

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FMM2019: A aventura da música começou em Porto Covo

Festival Músicas do Mundo, o festival da música com espírito de aventura, regressa a Sines e Porto Covo, de 18 a 27 de julho de 2019

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O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, o festival da música com espírito de aventura, regressa a Sines e Porto Covo, de 18 a 27 de julho de 2019.

A 21.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, o festival da música com espírito de aventura.

Este ano, estão programados 51 concertos de 31 países, distribuídos por 10 dias de música: os primeiros três na aldeia de Porto Covo (18, 19 e 20 de julho) e os restantes sete na cidade de Sines (21 a 27 de julho).

Em Porto Covo, o festival acontece na praça central da aldeia, o Largo Marquês de Pombal, onde ficará montado o palco INATEL. Na cidade de Sines, haverá concertos no castelo medieval, no passeio marítimo da Praia Vasco da Gama (palco Galp), no Largo Poeta Bocage e no auditório do Centro de Artes de Sines.

Vencedor do prémio de melhor grande festival nacional nos Iberian Festival Awards 2019, além dos prémios de festival português com melhor programa cultural e de festival ibérico que melhor promove o turismo, o FMM Sines apresenta-se como uma experiência de descoberta e diálogo intercultural através da música.

Em 2019, o festival convida os espectadores a viajar com músicos e músicas da África do Sul, Alemanha, Angola, Argélia, Arménia, Bélgica, Brasil, Burundi, Cabo Verde, Colômbia, Coreia do Sul, Costa do Marfim, Espanha, EUA, Finlândia, França, Gâmbia, Gana, Índia, Jamaica, Líbano, Malásia, Marrocos, Moçambique, Nigéria, Palestina, Portugal, Reino Unido, Síria, Togo e Tunísia. Burundi e Malásia são estreias no festival.

No périplo pelo programa de concertos, começamos por referir os músicos que já se tornaram clássicos nos territórios em que se movimentam: Inner Circle, no reggae jamaicano; Ladysmith Black Mambazo, na música vocal sul-africana; Chico César, na música do nordeste brasileiro; António Marcos, na marrabenta de Moçambique; e Omar Souleyman, no dabke levantino. O fenómeno da rumba flamenca estará representado em Sines pela formação Gipsy Kings by Diego Baliardo, que junta um guitarrista histórico do grupo a músicos da nova geração.

A 21.ª edição do festival será também marcada pela afirmação da criatividade feminina, com destaque para as artistas africanas: Sona Jobarteh (da Gâmbia), Dobet Gnahoré (da Costa do Marfim) e três vozes de Cabo Verde: Lucibela e a dupla Tété & Sara Alhinho. Da Ásia, vem um grupo formado só por mulheres – The Tune, da Coreia do Sul – e um grupo malaio liderado por uma mulher: The Venopian Solitude. 

As músicas da Europa e dos EUA programadas têm em comum a abertura a outras culturas.

De França, chegam três grupos com ligações à música das três margens do Mediterrâneo – Fanfaraï Big Band, Revolutionary Birds e Al-Qasar. No caso do trio Sax Machine, França recebe influências da música negra americana.

A Londres multicultural traz também uma delegação de peso: Kokoroko, grupo formado por músicos com raízes africanas; Nubya Garcia, saxofonista de origens caribenhas; e JP Bimeni, músico nascido no Burundi refugiado no Reino Unido.

As duas bandas alemãs programadas são outro exemplo de uma Europa acolhedora. LaBrassBanda junta a música festiva da Baviera a ritmos de todo o mundo. No caso de Shantel & Bucovina Club Orkestar, são as músicas dos Balcãs e do Mediterrâneo, entre outras, que inspiram a dança.

De Nova Iorque, a metrópole cosmopolita por excelência, vêm ao festival duas orquestras com matriz no afrobeat – Antibalas e Underground System – e uma terceira, Red Baraat, em que o bhangra indiano é o ingrediente principal.

O lado mais multicultural da capital portuguesa também estará presente, através de três exemplos do novo “som de Lisboa”, que recupera a ligação africana: Dino D’Santiago, Branko e Batida apresenta: IKOQWE.

Rincon Sapiência, revelação da música urbana, e duas cantautoras, Luedji Luna e Flavia Coelho, trazem música do Brasil ao FMM Sines. Ainda da América do Sul, recebemos um grupos ponta-de-lança da nueva cumbia colombiana, Frente Cumbiero.

Além dos já citados, vêm ao FMM mais três nomes de África, dois deles promovendo regressos às origens: ao som clássico de Lomé, no caso de Vaudou Game; e ao highlife do Gana, no caso do grupo Santrofi. Para o nigeriano Keziah Jones, África é indissociável da grande música afro-americana, dos blues ao funk.

Entre a Europa, a Ásia e África, o Levante tem, além do sírio Omar Souleyman, mais três representantes no alinhamento do FMM Sines 2019: um libanês – a banda de blues-rock The Wanton Bishops – e dois palestinos, Le Trio Joubran e Zenobia.

Da Índia, o festival recebe música ainda próxima ao folclore, com o trio The Barmer Boys, do Rajastão, e uma artista, Susheela Raman, para quem as raízes no sul do país são apenas uma das matérias-primas de muitas viagens e experimentações.

A música folk, sempre presente no alinhamento do festival, tem em 2019 uma grande força ibérica, com as bandas portuguesas Ronda da Madrugada, Gaiteiros de Lisboa e Tranglomango e os galegos Davide Salvado e Banda das Crechas. No caso do agrupamento SANS, a folk serve para ligar a Europa de ponta a ponta, com músicos do Reino Unido, Finlândia e Arménia.

O jazz faz parte da formação musical de muitos artistas já referidos, mas, na componente vocal, tem na belga Melanie de Biasio a grande figura desta edição do FMM. 

Também da Bélgica, embora com raízes portuguesas e cabo-verdianas, estreia-se em Sines a revelação Blu Samu, artista entre a soul, o jazz, o funk e o rap.

A juntar ao novo som afro de Lisboa e à folk, o retrato da diversidade da música feita em Portugal completa-se com a experiência de música e dança Ethno Portugal, o grupo de pop-rock alentejano Virgem Suta e o projeto Montanhas Azuis, que junta três artistas de personalidade artística vincada – Marco Franco, Norberto Lobo e Bruno Pernadas.

Para aos adeptos da música trance, estará em Sines um dos grupos que cultiva a sua vertente mais orgânica: La P’tite Fumée, de França.

As entradas para os espetáculos estão à venda, sendo necessários bilhetes para os concertos noturnos no Castelo (este ano com início mais cedo, logo a partir das 21h00) e no auditório do Centro de Artes de Sines. Os concertos em Porto Covo, no palco da Avenida Vasco da Gama e no Largo Poeta Bocage são todos de entrada livre. São também de entrada livre os espetáculos das 18h00 no Castelo.

Iniciativas paralelas

O programa do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2019 é mais amplo do que o seu alinhamento de 51 concertos. Estende-se aos vários campos das artes, à reflexão e à descoberta da natureza através de um programa de iniciativas paralelas.

Em 2019, o público do festival poderá visitar duas exposições. A primeira, patente no Centro de Artes de Sines, chama-se “Contra a Abstração” e propõe um desafio ao conceito de abstração através de obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos. A segunda, “Ciganos”, poderá ser visitada na Capela da Misericórdia de 21 a 27 de julho. É um trabalho de João Abel Aboim sobre as comunidades ciganas da zona de Lisboa e do Alentejo no pós-25 de Abril.

João Abel Aboim marca ainda presença no festival como programador do ciclo de cinema, no seio do qual serão exibidos quatro filmes, nas tardes 24 a 27 de julho, no auditório do Centro de Artes de Sines. O fio condutor do ciclo é o conceito de insularidade.

Também para o interior do Centro de Artes de Sines estão programados dois espetáculos: a antestreia da nova criação do Grupo 23: Silêncio!, no dia 21, e o espetáculo para bebés “Artur”, no dia 25.

O Pátio das Artes, espaço ao ar livre contíguo ao edifício do Centro de Artes de Sines, acolhe várias iniciativas. Será ali que, de 24 a 27 de julho, se realizam os ateliês para crianças com artistas do FMM e também as sessões de narração oral “Contos de Tantos Mundos”. Será ainda no Pátio das Artes que a bailarina Aminata Barry orientará uma oficina de dança africana, nos dias 22 e 23 de julho.

François Cambuzat e Gianna Greco regressam a Sines para mais uma edição da sua oficina de música para todos, intitulada “A Grande Orquestra do Desastre”. Decorre de 21 a 24 de julho na Escola das Artes do Alentejo Litoral.

A Feira do Disco e do Livro realiza-se este ano nas instalações do Centro Cultural Emmerico Nunes, de 21 a 27 de julho.

A Capela da Misericórdia será um espaço de encontro com músicos e escritores, nos dias 24 de julho (Melanie de Biasio), 26 de julho (Alexandra Lucas Coelho) e 27 de julho (Inner Circle). No dia 25, também na Capela, António Brito Guterres dá uma conferência sobre o tema “Geografias da nova música popular de Lisboa”.

“O Outro FMM”, visitas guiadas aos bastidores do festival, no Castelo, decorre a 25, 26 e 27 de julho.

O conhecimento da natureza será promovido em duas iniciativas. Nos dias 22 e 23 de julho, Fernanda Botelho está no Centro de Artes de Sines para contar histórias de plantas. De 20 a 26 de julho, em vários locais do concelho, investigadores do CIEMAR – Laboratório de Ciências do Mar e do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente realizam iniciativas ligadas à biologia marinha (Entremarés).

De referir, finalmente, o espaço dado aos jovens músicos da região no concerto da Orquestra Locomotiva – Orquestra Sinfónica do Alentejo Litoral, marcado para 26 de julho, no palco Galp – Avenida Vasco da Gama.

Organização

O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é uma organização da Câmara Municipal de Sines. O INATEL é parceiro principal e a Galp é o patrocinador principal.

Alinhamento completo

Aldeia de Porto Covo

Todos os concertos @ Palco INATEL – Largo Marquês de Pombal

18 julho (quinta)

21h00: SONA JOBARTEH (Gâmbia)

22h15: RONDA DA MADRUGADA (Açores – Portugal)

23h30: JP BIMENI & THE BLACK BELTS (Burundi / Reino Unido)

00h45: BARMER BOYS (Rajastão – Índia)

19 de julho (sexta)

21h00: REVOLUTIONARY BIRDS (Tunísia / Bretanha – FR / Líbano)

22h15: THE TUNE (Coreia do Sul)

23h30: KEZIAH JONES (Nigéria)

00h45: LUEDJI LUNA (Brasil)

20 de julho (sábado) 

21h00: GAITEIROS DE LISBOA (Portugal)

22h15: DOBET GNAHORÉ (Costa do Marfim)

23h30: THE WANTON BISHOPS (Líbano)

00h45: VAUDOU GAME (Togo / França)

Cidade de Sines

21 de julho (domingo)

22h00: TRANGLOMANGO (Portugal) @ Largo Poeta Bocage

23h15: RED BARAAT (EUA) @ Largo Poeta Bocage

22 de julho (segunda)

19h00: DAVIDE SALVADO (Galiza – Espanha) @ Largo Poeta Bocage

22h00: SANS (Reino Unido / Finlândia / Arménia) @ Centro de Artes de Sines – Auditório

23h00: TÉTÉ & SARA ALHINHO (Cabo Verde) @ Centro de Artes de Sines – Auditório 

00h30: FLAVIA COELHO (Brasil) @ Largo Poeta Bocage

23 de julho (terça)

19h00: SAX MACHINE (França / EUA) @ Largo Poeta Bocage

22h00: MONTANHAS AZUIS (Portugal) @ Centro de Artes de Sines – Auditório

23h00: BLU SAMU (Bélgica / Portugal) @ Centro de Artes de Sines – Auditório 

00h30: THE VENOPIAN SOLITUDE (Malásia) @ Largo Poeta Bocage

24 de julho (quarta)

18h00: ETHNO PORTUGAL (Mundo) @ Castelo

21h00: MELANIE DE BIASIO (Bélgica) @ Castelo

22h15: NUBYA GARCIA (Reino Unido) @ Castelo

23h30: DINO D’SANTIAGO (Portugal) @ Castelo

00h45: LABRASSBANDA (Baviera – Alemanha) @ Castelo

02h30: AL-QASAR (Argélia / Marrocos / França) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

03h45: SANTROFI (Gana) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

25 de julho (quinta)

18h00: BANDA DAS CRECHAS (Galiza – Espanha) @ Castelo

21h00: LE TRIO JOUBRAN (Palestina) @ Castelo

22h15 (nova hora): GIPSY KINGS BY DIEGO BALIARDO (França) @ Castelo

23h30 (nova hora): BRANKO (Portugal) @ Castelo

00h45 (nova hora): KOKOROKO (Reino Unido) @ Castelo

02h30: FANFARAÏ BIG BAND (França / Argélia) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

03h45: FRENTE CUMBIERO (Colômbia) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

26 de julho (sexta)

18h00: LUCIBELA (Cabo Verde) @ Castelo

21h00: SUSHEELA RAMAN (Reino Unido / Índia) @ Castelo

22h15: CHICO CÉSAR (Brasil) @ Castelo

23h30: ANTIBALAS (EUA) @ Castelo

00h45: OMAR SOULEYMAN (Síria) @ Castelo

02h30: RINCON SAPIÊNCIA (Brasil) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

03h45: SHANTEL & BUCOVINA CLUB ORKESTAR (Alemanha) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

27 de julho (sábado)

18h00: VIRGEM SUTA (Portugal) @ Castelo

21h00: LADYSMITH BLACK MAMBAZO (África do Sul) @ Castelo

22h15: BATIDA APRESENTA: IKOQWE (Portugal / Angola) @ Castelo

23h30: UNDERGROUND SYSTEM (EUA) @ Castelo

00h45: INNER CIRCLE (Jamaica) @ Castelo

02h30: ANTÓNIO MARCOS (Moçambique) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

03h45: LA P’TITE FUMÉE (França) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

05h00: ZENOBIA (Palestina) @ Palco Galp – Av. Vasco da Gama

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