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Economia

Novo plano estratégico aposta num Porto de Sines aberto ao mundo

Documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e três eixos estratégicos fundamentais

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Documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e três eixos estratégicos fundamentais

“Abrir o Porto de Sines para o mundo”

Abrir o Porto de Sines para o mundo, enquanto o prepara para um futuro cada vez mais moderno, inovador, digital e eficiente. É este um dos grandes objetivos do novo plano estratégico do Porto de Sines, documento que resulta de um estudo encomendado pela Administração do Porto de Sines ao Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA) da Católica Porto Business School.

O plano, que estará em vigor até 2030, consiste numa reflexão sobre o posicionamento e o desempenho do Porto de Sines e, ainda, no desenho de um conjunto de opções quanto ao desenvolvimento futuro.

Coordenado por Álvaro Nascimento e por uma equipa composta por Luís Marques e Fernando Santos, docentes da Católica Porto Business School – em colaboração com uma equipa do próprio Porto de Sines –, o documento faz a transição da estratégia para a ação, identificando oito programas operacionais e, ainda, três eixos estratégicos fundamentais: o reforço da centralidade e da conectividade, assentes num modelo de gestão de rede ou de coordenação do sistema, e um compromisso firme com a sustentabilidade ambiental e social.

Desta forma, o plano estratégico conseguirá abrir o Porto de Sines para o mundo, preparando para dar resposta aos desafios futuros.

Recorde-se que o estudo foi apresentado no final de setembro, numa cerimónia que contou com a presença de Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação.

Acrescente-se, ainda, que o Porto de Sines tem despertado grande interesse de potenciais investidores norte-americanos e chineses, nomeadamente no que respeita à construção e concessão de terminais de GPL – Gás Propano Liquefeito e de hidrogénio verde para navios.

Estes projetos na área da Energia, do novo terminal de contentores e do desenvolvimento da vasta área/plataforma logística do Porto estão também incluídos no novo plano estratégico do Porto de Sines.

Agricultura

38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia

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38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

“Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia”

A obra do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia prossegue no Instituto Nacional de Investigação Agrário e Veterinária Elvas, a antiga Estação de Melhoramento de Plantas.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, visitou o espaço na manhã desta quarta-feira, dia 24, no que foi acompanhado pelo diretor do INIAV Elvas, Benvindo Maçãs, e outros técnicos ligados à obra em curso.

O Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect (InPP) é uma associação privada sem fins lucrativos, criada em janeiro de 2019, constituída por iniciativa da Universidade Nova de Lisboa e que congrega 12 fundadores: INIAV, Município de Elvas, Universidade de Évora, Syngenta Crop Protection, Bayer CropScience Portugal, Fertiprado, CEBAL, Casa do Arroz, ANPOC, ANPROMIS e FNOP.  O InPP conseguiu juntar mais de sete milhões de euros para a sua instalação e contratação dos seus colaboradores

Este Laboratório Colaborativo, cujas atividades e instalação se iniciaram em Janeiro de 2020, fica sedeado no piso térreo do edifício principal do INIAV Elvas, que se encontra em obras para adaptação das condições à instalação de laboratórios e infraestruturas modernas. Provisoriamente, encontra-se instalado no primeiro andar do mesmo edifício.

O InPP tem com missão desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas. Para cumprir esta missão, vão utilizar-se os mais modernos conhecimentos científicos para, em colaboração com diferentes instituições interessadas, resolver os problemas que se colocam à agricultura mediterrânica, devido à redução da disponibilidade de princípios ativos e ao surgimento de novas pragas e doenças, para as quais não há soluções de prevenção e combate.

Neste contexto, o InPP tem como objetivos específicos produzir novos biopesticidas para pragas e doenças; novas variedades resistentes a pragas e doenças; novos métodos de monitoramento e diagnóstico e; novos métodos de análise de risco e aplicação de pesticidas.

Os Laboratórios Colaborativos têm como objetivo criar emprego altamente qualificado nas regiões menos povoadas do país. O InPP tem, atualmente, contratados 38 pessoas, 16 das quais doutoradas, 17 mestres e cinco licenciados. Estas pessoas em conjunto têm as seguintes competências, disponíveis para atingir os objetivos do InPP: Biologia molecular de plantas, fungos e bactérias patogénicos, e de pragas; Bioquímica e Microbiologia; Biotecnologia e Melhoramento Molecular; Bioinformática e Bioestatística; Formulações e Nano e Microtecnologia; Desenvolvimento de Produtos; Sistemas de Informação Geográfica; Ciências da Computação e Inteligência Artificial e Gestão de Projetos e de Comunicação.

O InPP pretende colocar as suas competências ao serviço local, regional, e Internacional, estando a envidar esforços para integrar e acolher a sua equipa em Elvas. Atualmente, pese embora as limitações derivadas da pandemia e do confinamento, a maioria dos colaboradores vive já na cidade, estando disponíveis para colaborar com as instituições locais, no âmbito das suas competências.

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