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Saúde

Novo modelo de cuidados de saúde domiciliados aos idosos em Reguengos de Monsaraz

O isAlice foi desenvolvido durante mais de uma década pela Escola Superior de Enfermagem S. João de Deus da Universidade de Évora e é financiado pelo programa Portugal 2020.

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O Município de Reguengos de Monsaraz assinou um acordo de parceria com a DECSIS – Sistemas de Informação para a implementação do projeto isAlice (Ageing Longer: Intelligent Care Environment).

A intervenção isAlice tem como objetivo o desenvolvimento no concelho de um novo modelo de cuidados de saúde domiciliados, com recurso à IoT (Internet das Coisas) e à inteligência artificial, obtendo-se um novo paradigma na prestação de cuidados para a população sénior através da ativação dos meios mais eficientes de cuidados para cada caso.

Desta forma pretende-se promover o bem-estar das populações dependentes através da domiciliação de cuidados continuados e integrados.

O isAlice visa implementar um modelo integrado de apoio à intervenção e processos de trabalho dos cuidadores, com elevada intensidade tecnológica e com geração de conhecimento no processamento automático de dados, complementando-se com uma estratégia de monitorização remota dos casos em que se justifique.

Com este projeto pretende-se também colmatar a lacuna existente entre as pessoas dependentes e as estruturas de saúde e sociais, com recurso ao Plano Individual de Cuidados centrado no doente e no cuidador.

A preparação dos cuidadores será efetuada com abordagens que conjugam capacitação por cursos desenvolvidos em ambiente laboratorial com simulação de alta fidelidade, vídeos de demonstração acessíveis em todas as plataformas e estratégias de aptidão psicossocial através de entrevistas com os cuidadores. Para o desenvolvimento do projeto, o Município de Reguengos de Monsaraz vai promover o envolvimento de outras entidades do concelho.

Saúde

O Alentejo tem 7 enfermeiros para 1000 utentes.

A Secção Regional Sul da Ordem dos Enfermeiros quer conhecer as condições em que trabalham todos os Enfermeiros nomeadamente os seus constrangimentos ao nível dos recursos humanos e materiais.

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A Secção Regional Sul (SRSul) da Ordem dos Enfermeiros quer conhecer as condições em que trabalham todos os Enfermeiros do distrito de Évora, nomeadamente os seus constrangimentos ao nível dos recursos humanos e materiais.

Neste sentido, entre 2 e 4 de Dezembro, uma equipa de dirigentes e peritos, presidida pelo Enfermeiro Sérgio Branco, vai visitar a maior parte das unidades de saúde da região, incluindo hospitais, num gesto de proximidade e de apoio para com todos os Enfermeiros que ali vivem a sua profissão ao serviço das populações.

“A iniciativa denominada Enfermagem@Sul iniciou-se no Verão deste ano e já percorreu toda a região do Algarve, Portalegre e Santarém. Segue-se se agora o distrito de Évora.”

A equipa da SRSul é constituída por elementos da direção e por peritos em várias áreas da enfermagem. A presença de especialistas nas equipas é fundamental para uma análise mais científica e uma melhor avaliação das condições e qualidade de trabalho em que os Enfermeiros exercem a profissão.

Os elementos que integram a missão são divididos em vários grupos destacados em simultâneo para lugares distintos. Para além de ver, escuta-se também os que dizem os Enfermeiros.

Nessa escuta, há um espaço de liberdade para os profissionais destacarem o que consideram relevante. Esta experiência foi importante nas regiões já visitadas. Percebeu-se que os profissionais têm por vezes receio em falar abertamente sobre o que se se passa nos seus serviços.

O distrito de Évora conta 1140 enfermeiros para uma população de 168 mil habitantes distribuída por 14 municípios.

Em média, a região conta sete Enfermeiros por mil habitantes, média abaixo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) que ronda os 9,3/1000 habitantes. Nesta média de Évora incluem-se as unidades de saúde privadas e os profissionais não afectos à prestação de cuidados, pelo que a média no SNS desce para os cinco Enfermeiros por mil habitantes. A nível de rácio, a Enfermagem em Portugal permanece na cauda da Europa. Os médicos, pelo contrário, tem dos mais elevados por mil habitantes, com cerca de cinco clínicos por cada mil pessoas, quando a média da OCDE é de 3,4.

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