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Gastronomia

Novembro é mês de Mostra Gastronómica do Concelho de Arraiolos

A empada de Arraiolos e o Tapete são apenas duas das ‘riquezas’ do concelho

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Mostra Gastronómica do Concelho de Arraiolos

“O melhor de Arraiolos: das empadas ao tapete a não perder em novembro”

No mês novembro a Mostra Gastronómica do Concelho de Arraiolos acontece nos restaurantes do concelho pondo na mesa os sabores da cozinha arraiolense com toda a tradição alentejana.

Não irão faltar os vinhos de castas selecionadas, os doces conventuais, os queijos e o mel, envolvendo imemoriáveis sabores e temperos antigos com salsa e manjerona, para citar apenas algumas das ervas aromáticas, que enchem de bons aromas a “Empada de Arraiolos ®”, cujo registo da marca é um ato importante para salvaguardar “referências dos usos e costumes, que fazem parte do nosso património cultural e identitário.”

“A gastronomia arraiolense, a “Empada de Arraiolos ®” e o artesanato de maior relevo para o nosso concelho, reconhecido em todo o mundo: o Tapete de Arraiolos, constituiem um incentivo importante para a dinamização da economia local.”

A Câmara Municipal de Arraiolos ciente da importância de fomentar e dinamizar a atividade económica, considera que esta ação “é um contributo determinante no caminho que é necessário percorrer, para atingir o objetivo de criar melhores condições para o emprego e para a população.”

Esta é uma oportunidade para conhecer o que de melhor tem Arraiolos  –  o Tapete  – a Gastronomia – o Património monumental edificado – e a cultura do concelho, bem como o Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos.

Economia

Quebras de 60% na Restauração e 90% no Alojamento em outubro.

Na Restauração e Bebidas, 41% das empresas ponderam avançar para insolvência.

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Inquérito AHRESP

“Outubro com quebras dramáticas de faturação: 60% na Restauração e 90% no Alojamento”

A persistente e agravada situação pandémica tem provocado uma inibição do consumo e drástica redução da faturação. O inquérito mensal da AHRESP, relativo ao mês de outubro, vem revelar uma intenção de requerer insolvência de 41% das empresas de restauração e 19% das empresas de alojamento.

Ao nível do emprego, 47% das empresas de restauração e 27% das empresas de alojamento indicaram que já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia.

Lisboa, 05 de novembro de 2020 – Os resultados de mais um Inquérito Mensal da AHRESP –  Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal à atividade turística, confirmam o desespero das empresas e demonstram enormes dificuldades em conseguir manter os negócios e os postos de trabalho, caso não surjam apoios imediatos. A insolvência e os despedimentos são inevitáveis.

Na Restauração e Bebidas, 41% das empresas ponderam avançar para insolvência, dado que as receitas realizadas e previstas não permitirão suportar todos os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 43% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 60%.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 14% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 11% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 47% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 27% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e 14% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Cerca de 23% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

No Alojamento Turístico, 23% das empresas não registaram qualquer ocupação no mês de outubro e 30% indicou uma ocupação máxima de 10%. Para o mês de novembro, cerca de 50% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero, e mais de 24% das empresas perspetivam uma ocupação máxima de 10%. Para os meses de dezembro e janeiro a estimativa de ocupação zero agrava-se, sendo referida por mais de 57% das empresas.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 36% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 90%.

Com estas perdas, cerca de 19% das empresas ponderam avançar para insolvência por não conseguirem suportar todos os normais encargos da sua atividade.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 21% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 9% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 27% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 24% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e cerca de 30% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Mais de 15% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

A AHRESP considera que, com as novas restrições em grande parte do território português, o funcionamento das atividades económicas será necessariamente agravado, sendo por isso ainda mais urgente a disponibilização de medidas para estes setores.

Exemplo desse agravamento são os dados publicados pelo INE referentes ao 3º trimestre de 2020 (período normal de maior empregabilidade), revelando que a restauração e o alojamento perderam 49.200 postos de trabalho face ao mesmo período de 2019.

As 10 medidas propostas pela AHRESP, que acolhem alguns exemplos de outros países europeus, procuram contribuir para a sobrevivência de muitas das 119 mil empresas e dos 400 mil postos de trabalho diretos.

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