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Nova variante da Covid-19 detetada no Alentejo – TDS Radio e Televisão do Sul
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Saúde

Nova variante da Covid-19 detetada no Alentejo

Grândola foi o primeiro concelho em que foi detectada nova variante

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O Instituto Ricardo Jorge detetou a nova variante da Covid-19, com origem em Inglaterra, e que é mais contagiosa, em amostras recolhidas nos concelhos de Mértola, Ourique, Ferreira do Alentejo e Grândola.

” Grândola foi o primeiro concelho em que nova variante foi detetada “

A nova variante da Covid-19 foi detetada, no Alentejo, numa primeira amostra, do dia 28 de Dezembro, recolhida em Grândola.

Depois disso, numa amostra recolhida a 30 de Dezembro, em Ourique, e em duas recolhidas, no mesmo dia, em Mértola, voltou a ser identificada a nova estirpe da Covid-19.

Em Ferreira do Alentejo, a nova variante foi detetada em duas amostras recolhidas já em 2021, no dia 2 de Janeiro.

Apesar de esta variante, que surgiu em Inglaterra, ter uma maior transmissibilidade, não há indicação de que aumente a severidade da doença.

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Saúde

Comissão de Utentes do Litoral Alentejano diz que vacinação não está a ser eficaz.

Comissão avança com sugestões ao governo

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, tomou posição na última reunião sobre a actual situação da toma das vacinas.

“Vacinação não está a ser eficaz”

O actual sistema de vacinação para as Populações contra a Covid-19, não está a ser eficaz e em muitos casos a “conta gotas”, como recentemente afirmou o Responsável Nacional pela coordenação do processo de vacinação na última reunião do INFARMED.

Quem o afirma é a Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

Segundo refere “Este atraso mais uma vez se verifica devido às opções políticas do Governo no sentido de realizar uma Parceria Público-Privada, para a implementação da criação da vacina e sua aplicação aos Utentes.”

A União Europeia financiou, com recursos públicos, a produção de vacinas. Financiou a fase de investigação e desenvolvimento; financiou seguros de risco; comprou antecipadamente vacinas.

Porém, abdicou de quaisquer direitos de propriedade sobre a invenção que financiou. O ritmo de produção das vacinas é, assim, determinado pela capacidade produtiva das farmacêuticas e pela gestão que as mesmas fazem do processo, em função dos seus interesses comerciais, inclusive na resposta aos vários pedidos de aquisição.

Segundo a Comissão “Este processo de vacinação revela-se que por um lado não termos soberania para produzir publicamente esta vacina, por outro estamos dependentes da Agência Europeia do Medicamento, é um grave erro.”

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, aponta algumas propostas:

– O Governo e o Ministério da Saúde sobre a aquisição de vacinas deveria e deverá no futuro diversificar a compra de vacinas, já aprovadas pela Organização Mundial de Saúde, a outros Países, não ficando dependente do contrato com a UE;

– O Governo deve também requerer a abertura das patentes, para que possam ser produzidas em território nacional e assim ter uma maior autonomia;

– O Governo deve valorizar e aumentar a produção de medicamentos no Laboratório Militar;

– Criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

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