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Crime

Notícia TDS: Leonor Cipriano expulsa de casa e ‘acusada’ de difamação.

Mãe de Joana, menina que desapareceu no Algarve, vivia num bairro em Évora.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Leonor Cipriano é acusada pela companheira de ‘muita agressividade’

“Companheira de Leonor Cipriano referiu à TDS que apresentou queixa na GNR”

A companheira de Leonor Cipriano disse à TDS que apresentou queixa à GNR por difamação contra a mãe de Joana, a menina que desapareceu do Algarve.

Ambas as mulheres cumpriram pena de prisão no Estabelecimento Prisional de Odemira e após a saída ficaram a viver no Bairro dos Canaviais, em Évora.

A mãe de Joana terá sido agora expulsa de casa por ser ‘agressiva’ com a companheira estando a residir em parte incerta.

“Eu fiz queixa na GNR”, referiu a mulher à TDS a propósito das ‘ofensas’ de que foi alvo.

Leonor Cipriano saiu a 7 de fevereiro de 2019 em liberdade condicional, depois de cumprir cinco sextos de uma pena de 16 anos e oito meses de prisão, pelo homicídio da filha, Joana, então com apenas oito anos.

Leonor Cipriano tem que fazer apresentações periódicas e ter uma morada de residência.

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Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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