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Economia

Município visita Empresas do Setor Agroalimentar de Cortiçadas de Lavre

Pretende-se o contacto direto com os agentes económicos, importantes parceiros no desenvolvimento do concelho.

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A  Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, no âmbito  do Programa Mor + Economia – desenvolver, empreender e inovar,  tem  com o objetivo criar espaços de debate, promover e aprofundar a proximidade com e entre empresários, desenvolver a dinâmica e sinergias com e entre empresas, fomentar parcerias e o trabalho em rede. O projeto está a realizar visitas às empresas do setor agroalimentar, setor de grande importância e em expansão na economia do concelho, e que tem demonstrando competitividade, inovação e empreendedorismo.

Estes contactos permitem identificar e refletir sobre a situação da economia local, as perspetivas futuras e as prioridades de investimento nesta área.

A 22 março de 2019, a Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino, conjuntamente com técnicos da autarquia, deslocaram-se a Cortiçadas de Lavre para de perto contactarem com as empresas agroalimentares daquela localidade.

A visita iniciou-se na empresa Diálogos do Bosque, especializada e exclusivamente dedicada à comercialização e produção figos da índia biológicos, assim como de material de propagação vegetativa da Figueira-da-índia, tendo iniciado a sua atividade em 2013.

Os pomares e viveiros beneficiam do regime de regadio e estendem‑se por 30 hectares em várias parcelas. São vários os produtos produzidos: fruta de mesa, sementes para a indústria da cosmética e farmacêutica e ainda as palmas, cuja utilização na alimentação pode ser fresca ou em farinha. A produção desta empresa é canalizada toda para exportação.

A empresa Tia Dulce, que iniciou atividade em 2017, é uma empresa dedicada à produção de doces e licores artesanais, cujas receitas são tão antigas, com segredos e truques, que fazem os produtos da Tia Dulce únicos e deliciosos. Há uma grande variedade de doces e licores e a criatividade na inovação aliada à tradição é um dos grandes desafios em que a empresa aposta.

A visita concluiu-se numa das panificadoras mais antigas do concelho, a panificadora de Maria do Carmo Perdigão, que deu a conhecer a forma como se produz uma das iguarias da gastronomia alentejana – o pão – cozido em forno de lenha. Para além do pão confecionam também deliciosos bolos e doces.

Economia

Central fotovoltaica de Évora sem apoios do estado

Tem uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts

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A instalação de energia solar de Vale de Moura é das primeiras centrais fotovoltaicas na Península Ibérica a ser explorada sem ajudas públicas.

A central fotovoltaica de Vale de Moura, no concelho de Évora – uma das primeiras em toda a Península Ibérica a ser explorada sem qualquer tipo de subsídios públicos – entrou em funcionamento no passado dia 14 de Junho, anunciou o grupo energético Axpo.

Sobre a central solar fotovoltaica de Vale de Moura – Évora

  • A central tem uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts e vai produzir anualmente mais de 52 gigawatts-hora, o equivalente ao consumo médio anual de 10 mil habitações.
  • A venda da energia produzida pela central será feita em regime de mercado, graças a um contrato pioneiro de compra de energia (PPA) a 10 anos, com a Axpo, que garante a comercialização de energia até 2029.
  • O projeto, desenvolvido e promovido pelo grupo Hyperion Renewables, conta com o fundo de investimento Mirova como acionista maioritário e permitirá evitar a emissão de mais de 110.000 toneladas de CO2 por ano.

Com uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 mw vai produzir mais de 52 gigawatts-hora de energia limpa por ano – o equivalente ao consumo médio anual de quase 10.000 habitações.

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