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Agricultura

Movimento denuncia destruição de caminhos rurais no Alentejo.

É exigida a reposição e conservação destes acessos.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Movimento Chão Nosso

” denunciar mais uma grave consequência resultante da instalação de culturas agrícolas intensivas no Alentejo: a destruição e inutilização de caminhos rurais”

O Movimento Chão Nosso vem denunciar mais uma grave consequência resultante da instalação de culturas agrícolas intensivas no Alentejo: a destruição e inutilização de caminhos rurais.

Segundo refere em nota enviada à TDS, “Muitos caminhos rurais que atravessam explorações agrícolas em modo intensivo encontram-se, por estes dias, completamente inutilizáveis devido à presença constante de maquinaria pesada, criando sérios constrangimentos ou mesmo o total impedimento ao seu uso por parte das populações que habitam em meio rural que, deste modo, ficam ainda mais prejudicadas.”

O movimento refere um exemplo na zona de Beja, nas proximidades da aldeia do Penedo Gordo, “… que é afetado por estas práticas e ainda revela outras consequências. Existe nesta zona um sítio arqueológico visitável, a villa romana de Pisões, ao qual é praticamente impossível aceder nesta altura do ano, criando sérias dificuldades a quem o pretenda visitar.

Aquando da nossa presença no local pudemos ainda observar a realização de pulverizações em terrenos ocupados com uma cultura de amendoal, sem qualquer aviso prévio, mesmo junto à vedação do sítio arqueológico, a villa romana de Pisões, tornando impossível a permanência no sítio.

São necessárias medidas urgentes para pôr travão a estas situações, exigindo ainda a reposição e conservação destes acessos que, por vezes, são a única forma de aceder a algumas habitações ou sítios de interesse.

Agricultura

Concurso nacional de Raça Limousine volta a Odemira

Evento realiza-se nos dias 23, 24 e 25 de julho

Ana Catarina Ventura

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Imagem: Câmara Municipal Odemira

Será no Parque de Feiras e Exposições

“Organizadores querem cumprir regras da DGS com teste negativo à entrada e certificado digital”

O 32º concurso nacional de Raça Limousine está de volta a S. Teotónio. Após um ano de interrupção, a Associação Portuguesa de Criadores (ACL) de Raça Bovina Limousine, decidiu avançar com a realização do evento, embora com restrições de acesso.

O concurso inicia-se na sexta-feira, dia 23 de julho. O ponto alto acontecerá no domingo, 25 de julho, para a atribuição dos Prémios Finais de Campeões e Vice-Campeões Nacionais Limousine e Prémio de Melhor Criador.

O acesso ao recinto será condicionado à apresentação de convite. De acordo com as normas estabelecidas pela DGS, será obrigatório o uso de máscara, cumprimento do distanciamento social e a apresentação de teste negativo à entrada, mesmo com vacinação completa, podendo ser apresentada declaração de realização de teste PCR ou ser realizado teste rápido antigénio à entrada do recinto.

“O Concurso Nacional da Raça Limousine é, por tradição, o ponto de encontro e de negócio entre criadores nacionais e estrangeiros, sendo o ponto alto para a ACL, uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo a dinamização deste setor, preservação, melhoramento e comercialização dos bovinos da raça limousine, bem como a formação profissional tendo em vista a respetiva produção” afirma o comunicado.

Os testes rápidos serão realizados a partir de sexta-feira (das 14h00 e até às 20h00), no sábado e no domingo (das 8h00 às 19h00) a todas as pessoas que entrem no recinto.

O Concurso Nacional acontece anualmente no âmbito da FACECO – Feira das Atividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira, promovida pelo Município de Odemira, em S. Teotónio, certame que não será realizado, pelo segundo ano consecutivo devido à pandemia.

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