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Movimento denuncia destruição de caminhos rurais no Alentejo. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Agricultura

Movimento denuncia destruição de caminhos rurais no Alentejo.

É exigida a reposição e conservação destes acessos.

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Movimento Chão Nosso

” denunciar mais uma grave consequência resultante da instalação de culturas agrícolas intensivas no Alentejo: a destruição e inutilização de caminhos rurais”

O Movimento Chão Nosso vem denunciar mais uma grave consequência resultante da instalação de culturas agrícolas intensivas no Alentejo: a destruição e inutilização de caminhos rurais.

Segundo refere em nota enviada à TDS, “Muitos caminhos rurais que atravessam explorações agrícolas em modo intensivo encontram-se, por estes dias, completamente inutilizáveis devido à presença constante de maquinaria pesada, criando sérios constrangimentos ou mesmo o total impedimento ao seu uso por parte das populações que habitam em meio rural que, deste modo, ficam ainda mais prejudicadas.”

O movimento refere um exemplo na zona de Beja, nas proximidades da aldeia do Penedo Gordo, “… que é afetado por estas práticas e ainda revela outras consequências. Existe nesta zona um sítio arqueológico visitável, a villa romana de Pisões, ao qual é praticamente impossível aceder nesta altura do ano, criando sérias dificuldades a quem o pretenda visitar.

Aquando da nossa presença no local pudemos ainda observar a realização de pulverizações em terrenos ocupados com uma cultura de amendoal, sem qualquer aviso prévio, mesmo junto à vedação do sítio arqueológico, a villa romana de Pisões, tornando impossível a permanência no sítio.

São necessárias medidas urgentes para pôr travão a estas situações, exigindo ainda a reposição e conservação destes acessos que, por vezes, são a única forma de aceder a algumas habitações ou sítios de interesse.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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