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Política

Morreu Miranda Calha

Antigo político faleceu de doença súbita.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Miranda Calha foi Governador Civil de Portalegre e Presidente da câmara local.

O antigo secretário de Estado da Administração Regional e Local, secretário de Estado do Desporto e secretário de Estado da Defesa Nacional, morreu hoje de doença súbita.Júlio Miranda Calha foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República entre 1976 e 2019, desempenhou vários cargos políticos a nível nacional e Local tendo sido Governador Civil de Portalegre.

O percurso de Miranda Calha

Professor e político português, Júlio Francisco Miranda Calha nasceu a 17 de novembro de 1947. Militante do Partido Socialista, pelo círculo eleitoral de Portalegre, é licenciado em Filologia Germânica e tem o Curso Superior de Ciências Pedagógicas. Entre os vários cargos exercidos, destacam-se os seguintes: presidente da Câmara Municipal de Portalegre, presidente da Assembleia Municipal de Portalegre e governador civil de Portalegre. Miranda Calha foi ainda secretário de Estado da Administração Regional e Local, secretário de Estado do Desporto e secretário de Estado da Defesa Nacional. Exerceu também funções de deputado na Assembleia da República nas I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII Legislaturas e foi presidente da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional. Publicou os livros Dois Anos de Governo, Dois Anos de Desporto e Um Rumo para o Desporto. Faz parte da Comissão Nacional Eleita no XIII Congresso Nacional do Partido Socialista.

Economia

Ministra da Coesão discorda de ‘parceiros’ do governo e defende aeroporto de Beja.

Ligação ferroviária será fundamental.

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Ana Abrunhosa reconhece que é a favor de uma aposta no aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa.

“Ministra da Coesão defende aeroporto de Beja”

Uma solução que vai favorecer a coesão territorial, não fosse essa a sua pasta, e potenciar os investimentos já feitos. Esta ideia surge na véspera de o Governo apresentar aos partidos mais à esquerda do Parlamento o Plano de Recuperação Económica e Social de António Costa e Silva, que também prevê uma aposta forte na ferrovia.

Tendo em conta que já existe um aeroporto em Beja, por que razão, em prol da coesão do território, não se aposta nessa infraestrutura (aeroporto de Beja) e se usam fundos comunitários para fazer uma ligação ferroviária para Lisboa?”, questionou o jornal online ‘Eco’ a governante.

A ministra responde: “E quem lhe disse que isso não está no nosso horizonte?

Tem de falar com o senhor ministro das Infraestruturas e Habitação.

É um domínio que é deles. A sua pergunta tem todo o sentido e vai ao encontro daquela que é a nossa maneira de pensar.

Em primeiro lugar, antes de estar sempre a criar novo, temos de potenciar aquilo que temos.

Temos muitos investimentos feitos no país, potencialidades enormes e, por vezes, é um pequenino investimento adicional que torna os investimentos que já temos muito mais atrativos e sustentáveis:

Não dizendo que vamos fazer isso — esta resposta não significa isto — o nosso ministério tem de trabalhar com os outros e aquele com o qual mais trabalho, e bem, é com o das Infraestruturas e Habitação.”

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