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Agricultura

Ministra da Agriculta diz que as estufas de Odemira não aumentam (vídeo)

“as áreas ocupadas por estufas, túneis elevados, túneis e estufins fiquem limitadas a um máximo de 40% da área total do perímetro, sendo que a área de estufas não pode ultrapassar os 30%”

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Maria do Céu Albuquerque fez, esta quarta-feira, a primeira intervenção pública enquanto ministra da Agricultura, no Encontro Regadio 2019 – XII Jornadas FENAREG, em Odemira.

A nova ministra referiu que a resolução do Conselho de Ministros, aprovada a 18 de outubro, veio “contribuir para a compatibilização dos valores naturais presentes no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e nos sítios e zonas da Rede Natura 2000 com a produção agrícola”

Ou seja, para estes territórios propõe-se que “as áreas ocupadas por estufas, túneis elevados, túneis e estufins fiquem limitadas a um máximo de 40% da área total do perímetro, sendo que a área de estufas não pode ultrapassar os 30%”. Isto é, a área alocada a estufas não aumenta. Oiça as declarações da governante na TDS.

…mas ninguém sabe quantos hectares de estufas existem.

A associação Zero alertou esta sexta-feira para o aumento da agricultura intensiva na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) e para a falta de controlo desta actividade, o que tem originado “reclamações e conflitos”.

Num comunicado divulgado com o título “agricultura intensiva sem controlo no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina”, a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável disse ter recebido “muitas denúncias” relativamente à actividade agrícola nesta área protegida, que abrange concelhos do Alentejo e Algarve.

A Zero diz ter solicitado esclarecimentos ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) “sobre a execução de medidas e o cumprimento das normas ambientais previstas no Plano de Ordenamento” do PNSACV e que “o ICNF reconhece que existe, actualmente, um forte incremento da actividade agrícola intensiva, com instalação de novas estufas”.

Agricultura

Portugal é o 7º maior produtor de azeite do mundo.

Os números constam do estudo ‘Alentejo: A Liderar a Olivicultura Moderna Internacional’.

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A produtividade média da azeitona passou de 0,5 toneladas de azeitona/hectare para 2 toneladas de azeitona/hectare nos últimos 18 anos.

Os números constam do estudo ‘Alentejo: A Liderar a Olivicultura Moderna Internacional’, coordenado pela Consulai e pela Juan Vilar Consultores Estratégicos, apresentado nas Jornadas da Olivum.

Portugal é o nono país com maior área de olival no mundo e o sétimo maior produtor mundial de azeite. A área de olival portuguesa representa atualmente 631.483 hectares dos quais 352.404 hectares são dedicados à produção de azeitona para azeite.

A produção de azeitona atingiu as 858.413 toneladas em 2017, um crescimento de 2,5 vezes em relação às 362.301 toneladas produzidas em 2006.

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