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Crime

Militar da GNR atacado com faca em Campo Maior.

Militar está livre de perigo. Agressor foi detido.

Foto: TDS (direitos reservados)
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Militar está livre de perigo

” Suspeito sofre, alegadamente, de esquizofrenia”

Uma patrulha da GNR foi chamada ao Bairro da Misericórdia, em Campo Maior, para resolver uma discussão entre mãe e filho (agressor).

O homem terá ido a casa buscar uma faca de cozinha tendo espetado a ponte no peito do militar, segundo referiu fonte próxima da GNR à TDS.

O militar do posto da GNR de Campo Maior foi transportado ao Hospital de Santa Luzia, em Elvas, mas está fora de perigo.

O homem que, alegadamente, sofre de esquizofrenia foi detido.

Segundo a Associação de Profissionais da Guarda (APG/GNR)  “Casos como estes são recorrentes e fazem parte do quotidiano das forças de segurança”.

A associação da guarda adianta que ‘não se entende que nunca haja reconhecimento, que o poder político não legisle sobre o risco e desgaste rápido que implicam as funções de segurança pública, mesmo quando há perdas de vidas, como lamentavelmente já sucedeu demasiadas vezes”.

“A APG/GNR aproveitou para referir, uma vez mais, que ‘não deixará de pugnar pela criação de um subsídio de risco e pelo reconhecimento da profissão com sendo de desgaste rápido”, concluiu.

Crime

Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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