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Agricultura

Mercado Abastecedor de Évora aumenta receitas e sem dívidas.

Terminou o quarto trimestre de 2020 com resultado líquido que ultrapassa os 11%, superior a igual período do ano anterior,

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Mercado abastecedor público do Alentejo é exemplo entre as empresas

“… 11%, superior a igual período do ano anterior”

A MARÉ, SA – Centro Logístico de Évora, empresa pública que conta entre os seus acionistas a Câmara Municipal de Évora e a SIMAB, SA, do universo Parpública, terminou o quarto trimestre de 2020 com resultado líquido que ultrapassa os 11%, superior a igual período do ano anterior, reforçando-se como empresa maioritariamente pública sem dívida.

Estes dados surgem numa altura em que um dos principais mercados abastecedores do país reforçou o investimento para fazer frente à situação de pandemia da Covid 19, mas que mesmo assim permitiram uma evolução nos rendimentos operacionais em 19,2 milhares de euros (+2,1%), impulsionado pelo crescimento dos rendimentos core, as taxas de utilização, e a redução dos gastos operacionais, em 19,3 milhares de euros (-5,3%).

O MARÉ, SA apresentou margens operacionais positivas e crescentes, fixando-se em 64% ao nível do EBITDA e de 43% ao nível do EBIT, um aumento de 2,8% e 3,4%, face ao período homólogo de 2019. Neste período os resultados antes de impostos (EBT) ascenderam a 410,6 m€, mais 10,9% e acima do PAO4T20, em 10,1 m€, mais 2,5%.

O Mercado Abastecedor da Região de Évora é responsável pelo abastecimento a mais de meio milhão de habitantes e surge da união de entidades como a Associação dos Operadores do Mercado Abastecedor de Évora, a Associação dos Agricultores do distrito de Évora, a Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Produção e o Centro de Inovação Empresarial do Alentejo.

Recorde-se que o endividamento da MARÉ, SA foi nulo, gerando excedentes de tesouraria, tendo em paralelo sido realizado investimentos que permitiram a continuação do funcionamento deste centro logístico como centro de referência nacional.

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Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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