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Artes

Maria João Luis é a nova directora artística do Alter Culturfest

Maria João Luis, uma das mais talentosas atrizes da atualidade, com um percurso de vida ligado a esta arte, leva a cultura em forma de teatro até ao interior do País.

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Depois do excelente e reconhecido sucesso na edição em 2018, desenvolvido por Quitó de Sousa Antunes, professor do Conservatório “Les Portes de l’Essonne” de Paris, surge o nome da atriz e fundadora do Teatro da Terra, Maria João Luis, associado ao evento cultural para este ano.

Maria João Luis, de 55 anos, atriz e encenadora, nascida em Vila Franca de Xira, iniciou a sua carreira em 1985 na Barraca, trabalhou depois no Teatro da Comédia, Comuna, Teatro da Cornucópia e com Filipe La Féria.

Tem no seu currículo como atriz em televisão, entre outras, “Fúria de Viver”, “Casos da Vida”, “Sedução”, atualmente em “Vidas Opostas” a passar na SIC e ainda diversos trabalhos em cinema, como “Camarate”, “Lobos”, “Jogo de Damas” e muitos outros.

Com um leque muito diversificado de registos, com posições artísticas muito consistentes, o Teatro da Terra, apresenta uma ligação forte com comunidades locais e diversas associações, onde monta espetáculos com não profissionais.

O Alter Culturfest, que celebra a sua 2ª edição durante os meses de maio e junho do corrente ano em Alter do Chão, apresenta-se mais uma vez com a qualidade, versatilidade e multiculturalidade que o caracterizam.

Artes

DGArtes ‘mata’ CENDREV. Companhia de Évora encerra em janeiro de 2020 por falta de apoio.

Alentejo é a única região do país com menos apoios em relação aos anos passados

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Falta de apoio leva ao fim do CENDREV em janeiro próximo

O CENDREV já reagiu ao não apoio por parte da DGArtes para os próximos dois anos. O mapa de apoios foi hoje divulgado e o Alentejo é a única região do país em que o valor total de apoio reduz em relação ao ano anterior. (Ver notícia AQUI)

‘A notícia da falta de apoio por parte da DGArtes confronta a companhia com a inevitabilidade de ter de encerrar a sua actividade a partir de Janeiro de 2020’, é assim que o cendrev reagiu em comunicado emitido já esta noite.

A redução do financiamento destinado à região do Alentejo exclui a possibilidade de atribuição da verba de apoio à candidatura do CENDREV que, mesmo considerada elegível em sede de avaliação, se vê profundamente penalizada pelo desinvestimento no apoio à cultura na região.

Ao contrário do que se verifica com todas as outras regiões do país, onde se chega até a registar um aumento de quase 70% na verba atribuída, o Alentejo é a única região que não só não vê reflectido nenhum aumento, como sofre, mais uma vez, uma assinalável redução da verba de apoio.

Tudo isto se torna ainda mais absurdo quando acabámos de ouvir, na recente campanha eleitoral, que a meta é a Cultura passar a receber 2% do Orçamento Geral do Estado e a Direcção Geral das Artes confirma um aumento de 83% nas verbas atribuídas a nível nacional.

‘Com esta notícia, o CENDREV – Centro Dramático de Évora vê-se absolutamente constrangido a retirar-se da luta pela cultura e pela descentralização teatral, a escassos três meses de completar 45 anos de actividade ininterrupta de serviço público e de acção cultural’, refere a nota.

Alentejo é a única região do país em que é reduzido o apoio às artes.

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