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Educação

Mais de 200 alunos protestaram contra degradação de escola

Escola Secundária de São Lourenço, em Portalegre.

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Duas centenas de alunos concentraram-se esta quinta-feira na escadaria daquele estabelecimento de ensino em protesto contra a degradação do edifício e para defender a segurança da comunidade escolar.

“Manifestação convocada pela Associação de Estudantes.”

Munidos de cartazes e faixas com reivindicações com frases como:  “Condições já!”, “Obras já!” ou “Fim ao frio”, os alunos juntaram-se, num protesto, convocado pela associação de estudantes daquela escola (AE-ESSL).

De megafone em punho, o presidente da AE-ESSL, João Vicente Portalete, dirigiu-se aos estudantes para defender obras no estabelecimento de ensino, onde existem “portas de emergência estragadas” e os alunos “passam frio”.

“Existem casos de humidade e infiltrações” de água nas salas de aula e corredores e “falta água quente” nos balneários femininos, afirmou.

Além do protesto às pelas 10h, estava também prevista uma greve para esta quinta-feira, mas, segundo Vicente Portalete, parte dos alunos optou por não faltar às aulas porque não iriam conseguir justificar as faltas. No entanto, o estudante manifestou-se satisfeito com a adesão ao protesto, esperando que a Parque Escolar avance com obras na escola.

“Lançámos este protesto” e “uma petição pública que já conta com 900 assinaturas” e a Parque Escolar já se “comprometeu a, até ao final do ano letivo, realizar as obras na escola”, disse.

“Há já alguns anos” que os estudantes reivindicam obras e a direção do estabelecimento de ensino também tem feito “um excelente trabalho” ao denunciar o estado em que o edifício se encontra.

Fonte da direção desta escola de Portalegre indicou à agência Lusa, na segunda-feira, que têm sido efetuados contactos com a Parque Escolar no sentido da resolução dos problemas.

A mesma fonte indicou que, já esta semana, decorreu uma reunião com várias entidades, existindo, nesta altura, por parte da Parque Escolar, um “comprometimento” para uma “resolução célere” do problema.

A TDS teve acesso a fotografias do interior da escola, que pode ver na galeria abaixo.

Educação

Portões abertos mas escolas sem aulas

Cenário igual em toda a região

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Foto TDS: Escola Básica Manuel Ferreira Patrício

Greve da função pública

Escolas a ‘meio gás’

Os portões estão abertos mas os alunos não estão.

Só os funcionários que não aderiram à greve estão nas escolas.

O cenário é este em todo o Alentejo.

Praticamente em todos os agrupamentos existem escolas sem funcionar.

Muitos dirigentes sindicais e funcionários vão participar na manifestação em Lisboa.

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Educação

Cantina de escola em Évora deixa de funcionar devido a casos de covid-19

Vários professores e assistentes operacionais infetados

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Os alunos da escola Conde de Vivalva em Évora vão ficar sem refeitório já a partir de amanhã e por tempo indeterminado devido a vários casos de covid-19 entre funcionários do estabelecimento de ensino.

Para além de casos positivos em auxiliares e assistentes técnicos há também professores com teste positivo à covid-19 o que leva a constrangimentos também no que diz respeito às aulas. 

A Escola Básica Conde de Vilalva, iniciou a sua atividade em 1993, e situa-se no Bairro do Bacelo, em Évora.

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