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Economia

Mais 25 montes electrificados na serra de Serpa.

Implementação de 9,350 km de linhas de média tensão para ligação de 8 postos de transformação, com uma potência total de 400 kVA.

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Câmara de Serpa e E-REDES concluem mais uma fase da eletrificação do concelho

“Investimento total superior a 554 mil euros”

A E-REDES concluiu mais uma fase da eletrificação das zonas rurais do município de Serpa, com o apoio da autarquia, levando atualmente a energia elétrica a mais 25 propriedades com habitação/ exploração agrícola na zona a Neta – Pulo do Lobo e criando condições para que outros habitantes e explorações agrícolas tenham também acesso a este serviço público. 

A concretização deste projeto, iniciado em fevereiro de 2019, passou pela implementação de 9,350 km de linhas de média tensão para ligação de 8 postos de transformação, com uma potência total de 400 kVA, para a distribuição pelos interessados, foram construídos 9,067 km de redes de baixa tensão.

O investimento total superou os 554 mil euros, tendo sido suportado em oitenta e cinco por cento pela E-REDES e os restantes quinze por cento comparticipados pelo município. 

“Hoje cumpre-se mais uma etapa na melhoria das condições de vida dos moradores e dos empresários desta zona. Com a eletrificação de mais uma parte da Serra de Serpa estão a ser criadas novas potencialidades para este território.

Sabemos que esta zona do concelho, com uma densidade populacional mais reduzida, tem estado à espera que esta necessidade básica lhe seja suprida, e por isso, temos pressionado e articulado com as entidades competentes para que este tipo de desigualdade seja ultrapassada.

Congratulamo-nos com a finalização desta fase, mas esperamos que seja o início de outra, de forma a que todo território da Serra de Serpa venha, a breve trecho, a contar com luz elétrica”, assegurou Tomé Pires, presidente da Câmara Municipal de Serpa, na cerimónia de inauguração, que decorreu nas instalações da Associação de Moradores da Neta e Pulo do Lobo.

“Garantir a prestação de um serviço público, com equidade e qualidade, é, para nós, um imperativo. Com a eletrificação da zona rural de Neta – Pulo do Lobo, concluímos uma importante etapa para o acesso desta população a um bem essencial.

Tal só foi possível graças à relação de proximidade e de confiança com os nossos consumidores e com a autarquia de Serpa”, garantiu José Ferrari Careto, presidente da E-REDES.

Economia

Manifesto de apoio ao corredor sudoeste ibérico vai ser assinado

Será assinado em Évora

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“Manifesto é assinado em Évora “

Cientes da extrema importância do estabelecimento do CORREDOR SUDOESTE IBÉRICO, da sua rápida conclusão e operacionalização, os Presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), António Ceia da Silva e da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), José Calixto, assinam no próximo dia 23 de julho, pelas 10.30h, nas instalações da CCDR Alentejo.

O Manifesto de apoio ao Corredor Sudoeste Ibérico, instando a União Europeia, a República Portuguesa, o Reino de Espanha e seus respetivos Governos a priorizarem a conexão entre as capitais ibéricas e a realizar todas as ações necessárias de forma a que entre em pleno funcionamento o CORREDOR SUDOESTE IBÉRICO, no sentido de impulsionar a transformação deste espaço como um novo eixo de desenvolvimento europeu.

O CORREDOR SUDOESTE IBÉRICO conta com o apoio de diversas entidades públicas e privadas, e mais recentemente dos Alcaldes de Madrid e Badajoz, que assinaram o Manifesto no passado mês de junho numa cerimónia que contou com a presença do Embaixador de Portugal, João Mira-Gomes.

No início de 2017, um grupo de empresas criou a plataforma “Extremadura en Red” com o objetivo de promover as ligações da região às redes ibéricas do século XXI. Prontamente emergiu o conceito do CORREDOR SUDOESTE IBÉRICO como uma potencial rede de fluxis interligados entre Lisboa/Sines e Madrid/Corredor Mediterrâneo e espalhada por todo o território.

É um conceito que gera interesse muito para além de cada um dos seus elementos, visto que cada uma destas redes tem a sua identidade e dinâmica própria devido às ligações entre partes, mas também nas ligações entre as suas diferentes redes e entre elas e o seu meio.

As conexões de cada parte não devem continuar a ser vistas como independentes, mas como pertencentes a todos os elementos que compõem a rede, para que todas se complementem, se cruzem e interajam, emergindo uma nova realidade muito mais complexa e dinâmica.

As redes da Extremadura, Alentejo, Castilla La Mancha, Setúbal, Algarve, Oeste da Andaluzia e Centro de Portugal interagem com as de Lisboa e Madrid, constituindo a rede do CORREDOR SUDOESTE IBÉRICO, as quais estão interligadas com as redes ibéricas, europeias e globais formando um todo.

Este processo conduziu ao estabelecimento de uma rede de empresas comprometidas com o projeto SUDOESTE IBÉRICO EM REDE e que, em cooperação com entidades públicas e privadas pretendem tornar o Corredor Sudoeste Ibérico uma realidade.

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