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Maior plantação de canábis da Europa, situada em Aljustrel, fechou portas.

Não foi colhida nem uma grama de Canábis da exploração. Foi anunciado investimento de 45 milhões de euros e a criação de 65 postos de trabalho.

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Maior plantação da Europa

“Plantação situada no concelho de Aljustrel”

Foi anunciada como a maior plantação de canábis para fins medicinais da Europa.

Nunca produzia uma grama de canábis e a TDS sabe que o novo proprietário canadiano vai encerrar a exploração.

Uma área de 9 hectares que se anunciava crescer para 40 mas que nunca produziu o que devia.

Foi um investimento da empresa Holigen (propriedade da sociedade canadiana Flwr), através da sua subsidiária portuguesa RPK Biopharma, que nasceu na localidade de Montes Velhos, Aljustrel.

Chegaram a estar plantados 45 mil pés de canábis mas nunca foi feita qualquer recolha.

O projeto de produção de canábis para fins medicinais no concelho de Aljustrel, que além da área de plantação incluia estufas e uma unidade de transformação, foi anunciado publicamente pela Holigen em novembro de 2018, com a empresa a estimar então um investimento total de cerca de 45 milhões de euros e uma produção anual de 700 toneladas.

A par da área agrícola e produtiva em Montes Velhos, a Holigen conta também com instalações em Sintra para onde será agora canalizada a eventual produção.

A empresa e a autarquia chegaram a anunciar a criação de 65 postos de trabalho imediatos, a “Holigen prevê um total de 200 colaboradores quando a produção estiver em pleno”, referiu o CEO da empresa então proprietária.

O projeto de plantação de canábis para fins medicinais da RPK Biopharma no concelho de Aljustrel recebeu autorização do Infarmed em julho de 2019.

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‘Cordão’ humano vai protestar contra resort de Tróia.

Protesto está agendado para dia 2 de julho em plena praia.

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Protesto e m defesa das dunas

Em causa os danos graves no ecossistema

Dia 2 de Julho, sábado, o protesto vai acontecer na praia Atlântica (Soltróia) pelas 17h30.

O protesto é contra o resort “Na Praia” que está a ‘destruir importantes habitats dunares’,segundo os organizadores.

O apelo é para formar um cordão de pessoas na praia em frente ao cordão dunar que se pretende proteger.

Segundo os organizadores deste protesto as obras já começaram e estão ‘a causar danos graves, irreversíveis, no ecossistema. Aparentemente o conhecimento actual sobre impactes ambientais, serviços de ecossistemas, biodiversidade dunar e litoralização excessiva no nosso país não são suficientes para o governo português impedir que se destrua o último pedaço de costa selvagem’.

‘Permite-se a destruição do meio ambiente e a privatização do acesso a estas praias para a maioria dos portugueses em nome da construção fútil de resorts de luxo e campos de golf declaradamente destinados ao turismo da alta elite’, adiantam.

Pretende-se com o protesto que as ‘obras parem’, e que o projecto não avance.

A organização do cordão humano contesta a actuação das autoridades envolvidas neste caso (Ministério do Ambiente, APA, CCDR Alentejo e CMGrândola) que diz ter ‘ deixado muito a desejar pela total opacidade e falta de colaboração com as organizações do ambiente e da sociedade civil’.

‘Exigimos que os terrenos das UNOP 7 e 8 sejam integrados na vizinha Reserva Botânica das Dunas de Tróia, pertencente à Reserva Natural do Estuário do Sado, que é a única incumbência territorial que faz sentido para estes terrenos desde a génese desta área protegida’, referem.

E adiantam, ‘O atrasado Plano de Urbanização de Tróia, desenhado nos tempos da ditadura, tem de ser revogado e as dunas que ainda sobrevivem nesta restinga de areia protegidas na sua integridade’.

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Obstetrícia do Hospital de Portalegre encerra amanhã

Distrito fica sem obstetrícia

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Encerramento de serviços

Hospital de Portalegre

A obstetrícia do Hospital de Portalegre encerra amanhã e volta a abrir no dia 17 de junho.

Os constrangimentos são devido à falta de profissionais.

A partir das 5h00 da manhã de amanhã não será possível receber utentes.

O distrito de Portalegre fica sem serviço de Obstetrícia.

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Educação

Estudantes da Univ. de Évora fazem ‘muro das lamentações’

Está patente na entrada de um dos edifícios da UÉ

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Universidade de Évora

‘Muro das lamentações’

Os alunos da Universidade de Évora criaram o ‘muro das lamentações’ .

Escritas em papel e colocadas com uma mola numa espécie de estendal podem ler- se as principais reivindicações dos estudantes universitários.

‘Aquecimento excessivo na biblioteca, falta de gelo no complexo desportivo, salas pequenas para cursos grandes’, são apenas algumas das queixas apresentadas.

 

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