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Local em que são feitos os testes de Covid 19, em Évora, é ‘desumano’. (fotoreportagem) – TDS Radio e Televisão do Sul
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Local em que são feitos os testes de Covid 19, em Évora, é ‘desumano’. (fotoreportagem)

Crítica é feita por profissionais de saúde e utentes.

Fotos: TDS
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ADC de Évora sem condições

“Utentes e profissionais de saúde dizem tratar-se de um local sem condições e desumano”

A Área Dedicada COVID-19 (ADC-Comunidade) em Évora começou por ser nas instalações do Complexo Desportivo de Évora, cedidas pela Câmara Municipal de Évora.

Agora estão localizadas numa casa velha junto à ‘Barraca de Pau’, em Évora.

É aqui que são feitos os testes de Covid 19 de utentes de todo o distrito de Évora e que são enviados para este espaço essencialmente pela Saúde 24.

Os utentes tem para se sentar cadeiras de plástico debaixo de uma lona sem coberturas laterais  e com chão em terra.

Os acessos ao espaço são todos em terra.

Os acessos são quase impossíveis tanto para deficientes como para idosos.

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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