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Agricultura

Ligação Vale do Gaio-Alqueva é insuficiente diz câmara de Alcácer do Sal

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal insiste com o Ministro da Agricultura na urgência da ligação da barragem do Alqueva ao Pego do Altar, que não está executada e que representa uma alternativa numa barragem que tem uma capacidade de 90m3 e que abastece a maioria dos produtores de arroz.

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Em comunicado da autarquia é referido que ‘A Bacia Hidrográfica do Sado tem vindo a enfrentar uma situação de seca, que ameaça a atividade económica da região, em particular os agricultores, empresários e trabalhadores ligados ao setor do arroz. Essa situação, infelizmente, não são se alterou nos últimos dias, refere’.

A Câmara de Alcácer afirma que reitera a sua ‘preocupação pela falta de respostas adequadas para enfrentar a seca registada na bacia hidrográfica do Sado.’

Ligação da Barragem de Vale do Gaio ao Alqueva é insuficiente para resolver o problema da seca no concelho

A autarquia confirma que a ‘ligação da barragem de Vale do Gaio ao Alqueva foi efetivamente concretizada na sexta-feira passada, depois de quase dois anos de insistência do município e associações de produtores de arroz. ‘

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal lamenta que o Ministro da Agricultura esteja mais interessado em criticar a Câmara Municipal de Alcácer do Sal, conhecedor que é da luta empenhada que o município tem travado.

A ligação entre Vale do Gaio e o Alqueva permite trazer a esta barragem 2 milhões de m3 de água, um valor manifestamente insuficiente, segundo a autarquia,  para suprimir as necessidades de água da região, uma vez que a capacidade total desta barragem é de 60 milhões de m3, estando neste momento esta infraestrutura com 50% da sua capacidade.

A autarquia mostra-se disponível para dialogar e trabalhar de perto com o Governo e todas as entidades competentes para encontrar as melhores soluções para resolver os problemas que afetam todos aqueles que vivem, investem ou trabalham no município e na região do Vale do Sado.

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Agricultura

Canadianos vão produzir canábis medicinal em Reguengos de Monsaraz.

A plantação neste novo local de cultivo ao ar livre foi realizada com sucesso em julho e a colheita está prevista para o outono.

TDS noticias

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A Tilray, empresa canadiana, e a Herdade do Esporão alcançaram um acordo para a produção de canábis medicinal na Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz.

Em maio de 2019, a Tilray Portugal recebeu a sua licença de fabricação e certificação inicial de GMP, permitindo que a empresa fabricasse e exportasse canábis seca com certificação GMP como substância ativa para produtos médicos.

“O Esporão fornecerá no local suporte operacional e técnico a uma equipa de especialistas da Tilray, incluindo horticultores, produtores e gestores de qualidade”, segundo a nota divulgada esta quarta-feira.

Neste novo local de cultivo serão realizados o crescimento, a colheita e a secagem de materiais de canábis medicinal que depois serão transportados para Cantanhede para processamento, produção e distribuição em toda a Europa e outros mercados internacionais.

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