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Opinião

LAVRE NÃO TE ESQUECERÁ

A opinião de Diamantino Dias

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Partistes sem cumprires muitos dos teus sonhos e dos teus projectos, sempre foste solidário com todos, sempre tinhas uma palavra de esperança para todos, já bastante mal ainda fostes buscar forças para me dizer precisamos de resistir camarada. Obrigado pela família que soubestes construir, todos amigos do seu amigo, solidários com todos, uma família unida na vida, no amor ao próximo e gente de trabalho, todos seguiram o teu exemplo.

Soubestes ao longo da tua vida nunca perderes a tua convicção de militante comunista e mostrares como o mundo pode ser diferente se cada um se empenhar no trabalho colectivo. Os campos do Alentejo sabe bem o sabor do suor da tua luta pela Reforma Agraria junto dos teus camaradas, por isso de Pias a Avis tinhas amigos que se lembra de ti. Homem simples e de cultura ainda há dias um jornal transcrevia palavras tuas sobre a passagem de Saramago pela nossa terra e como a cooperativa Boa Esperança onde eras dirigente, lhe deu apoio para escrever a mais bela obra da sua vasta obra literária – Levantado do Chão.

Fosse na Cooperativa Boa Esperança, no Sec. das UCPs do Concelho de Montemor ou no Distrital em Évora as tuas forças sempre se levantavam para dar mais força a todos na luta em defesa da mais bela conquista de Abril- a Reforma Agraria. Quis a doença que partisses em Abril, ano do 45.º aniversário da Revolução, o teu nome ficará para sempre ligado a esse feito enorme do salto para a liberdade- A Revolução de Abril.

Sim meu amigo foi também com essa força, que vistes a concretização de muitas melhorias na nossa terra, passastes por todos os órgãos autárquicos do concelho, sem qualquer interesse pessoal, só pensavas no teu povo e como com essa intervenção se poderiam melhorar as condições de vida, por isso te dedicastes de alma e coração a Lavre, permanecendo vários mandatos na Junta de Freguesia, há momento li um comentário de um antigo vereador da Câmara de Montemor que retratava bem a tua dedicação a Lavre. Quando nos tiraram a Junta de Freguesia, Lavre contou contigo na luta contra essa injustiça, embora as tuas forças já estivessem debilitadas mas estivestes sempre presente pela defesa da Freguesia de Lavre.

A Associação de Reformados de Lavre sempre contou com a tua colaboração, até aos últimos dias da tua vida, muito doente assumistes um acto de elevada dimensão que mostra bem o HOMEM que tu eras, eu não tenho condições demito-me, não por qualquer outra razão, apenas porque sábias o teu estado de saúde era grave. O teu exemplo perpetuará também para sempre na Associação do Povo Alentejano da qual fostes dirigente e à qual destes o melhor de ti, para a concretização da sua constituição e salvaguarda do património da Reforma Agraria.

Por isso na tua despedida estiveram muitos dos que te reconheceram essa força imensa de dedicação aos trabalhadores e ao povo, estiveram muitos que não pensando como tu te queriam dizer – obrigado António Joaquim, não cito nomes nem lugares isso é do foro de cada um, mas a todos esses que ali estiveram se juntou o povo da nossa terra. António Joaquim de Oliveira Pinto. OBRIGADO

Opinião

Carta aberta a Joacine Katar-Moreira.

A opinião de Gaspar Macedo

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Cara deputada.

Não escrevo esta carta pela sua gaguez, nem por ser mulher e muito menos por ser negra. Escrevo, porque estou farto dessa sua vitimização que reduz todos aqueles que de si discordam a “racistas”, preconceituosos de “extrema-direita”.

Recentemente, acusou até Daniel Oliveira, um jornalista de esquerda, de ser uma versão “mais polida” da extrema-direita. Para mim, o seu problema não é ser gaga mas sim ser uma egocêntrica e por isso não é muito diferente das pessoas que diz tanto ser contra. Vive da divisão, enquanto explora por mediatismo as diferenças e ressentimentos dos dois lados.

A verdade, é que a Joacine tem o direito de se vender constantemente como vitima, de acusar quem quiser de extrema-direita, ou de convenientemente confundir o valor histórico de uma pintura dos emissários indianos que saúdam Vasco da Gama, com uma “apologia” à escravatura ou uma qualquer “prova” de “racismo institucional”. O seu assessor tem o direito a usar saia e os seus apoiantes de empossar as bandeiras que bem entenderem.

A verdade, é que a deputada Joacine é o produto de uma comunicação social – em maioria preguiçosa- que anseia por “escândalos” sem substância, como os mexericos das saias ou as intrigas dos lugares apertados. A mensagem que transporta acaba por ser sobreposta pelas jogadas mediáticas.

Nós que assistimos, para além do direito temos o dever de ignorar tudo isso e falar daquilo que realmente importa, porque continuar a alimentar estas discussões fúteis, em torno de “não-questões”, é dar vida a uma corrente politica de egos frágeis e egocentrismos fortes, onde se fala mais dos políticos do que das politicas e dos problemas das pessoas.

Tenho dito.

Gaspar Macedo

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