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Saúde

Lar de Redondo com 62 infectados.

Utentes foram vacinados na semana passada.

Foto: SCM Redondo
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Surto em lar de Redondo, Évora

” 51 utentes infectados “

O lar da Santa Casa da Misericordia de Redondo, regista 62 infectados de covid-19, 51 utentes e 11 funcionários.

O surto surpreendeu todos já que os utentes do lar foram na semana passada, dia 14, vacinados contra a Covid-19.

A imunidade ao vírus só é garantida após a segunda vacina.

A Santa Casa da Misericórdia de Redondo informa, em nota no facebook, que os utentes que testaram positivo à COVID19 permanecem, por indicações das autoridades responsáveis, nas instalações do Lar António Manuel Fernandes Piteira.

A instituição refere que “nenhum utente inspira, no presente momento, cuidados de maior”.

Os restantes utentes, cujo resultado do teste foi negativo, foram transferidos para um dos edifícios das antigas escolas primárias, devidamente equipado para os receber.

Saúde

Comissão de Utentes do Litoral Alentejano diz que vacinação não está a ser eficaz.

Comissão avança com sugestões ao governo

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, tomou posição na última reunião sobre a actual situação da toma das vacinas.

“Vacinação não está a ser eficaz”

O actual sistema de vacinação para as Populações contra a Covid-19, não está a ser eficaz e em muitos casos a “conta gotas”, como recentemente afirmou o Responsável Nacional pela coordenação do processo de vacinação na última reunião do INFARMED.

Quem o afirma é a Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

Segundo refere “Este atraso mais uma vez se verifica devido às opções políticas do Governo no sentido de realizar uma Parceria Público-Privada, para a implementação da criação da vacina e sua aplicação aos Utentes.”

A União Europeia financiou, com recursos públicos, a produção de vacinas. Financiou a fase de investigação e desenvolvimento; financiou seguros de risco; comprou antecipadamente vacinas.

Porém, abdicou de quaisquer direitos de propriedade sobre a invenção que financiou. O ritmo de produção das vacinas é, assim, determinado pela capacidade produtiva das farmacêuticas e pela gestão que as mesmas fazem do processo, em função dos seus interesses comerciais, inclusive na resposta aos vários pedidos de aquisição.

Segundo a Comissão “Este processo de vacinação revela-se que por um lado não termos soberania para produzir publicamente esta vacina, por outro estamos dependentes da Agência Europeia do Medicamento, é um grave erro.”

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, aponta algumas propostas:

– O Governo e o Ministério da Saúde sobre a aquisição de vacinas deveria e deverá no futuro diversificar a compra de vacinas, já aprovadas pela Organização Mundial de Saúde, a outros Países, não ficando dependente do contrato com a UE;

– O Governo deve também requerer a abertura das patentes, para que possam ser produzidas em território nacional e assim ter uma maior autonomia;

– O Governo deve valorizar e aumentar a produção de medicamentos no Laboratório Militar;

– Criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

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