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Agricultura

Jovens agricultores querem Capoulas Santos em Comissário

Capoulas Santos “está em óptimas condições para assumir no futuro a pasta de Comissário Europeu para Agricultura e Desenvolvimento Rural” diz a AJAP

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A AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal está preocupada com o futuro da agricultura na Europa e em Portugal. A associação presidida por Firmino Cordeiro, diz que Capoulas Santos “está em óptimas condições para assumir no futuro a pasta de Comissário Europeu para Agricultura e Desenvolvimento Rural”.

“Por cá semeou ideias, algumas foram germinando e outras concretizadas, importava agora que a sua visão global sobre a agricultura na Europa face ao seu curriculum europeu, e sensibilidade em relação a outros continentes nomeadamente África, pudesse ser associado a um quadro de maior responsabilidade e de intervenção política íntegra e estratégica para a Europa e na sua relação com os países mais debilitados e com as superpotências produtivas de países de outros continentes”, diz um comunicado da AJAP.

Capoulas atenua problemas

Acrescenta o mesmo comunicado que, em Portugal, o ministro da Agricultura, Capoulas Santos (actualmente em recuperação após uma intervenção como referiu a TDS), “foi tentando atenuar alguns desses problemas, uma vez que, muitos deles se fazem sentir com maior intensidade nos países do Sul da Europa, daí talvez uma menor preocupação por parte dos responsáveis de outros países bem mais poderosos da UE, em relação à sua grande maioria”.

Diminuição do apoio da PAC

Com eleições europeias à porta a AJAP fica “perplexa com a ainda ausência de respostas a muitas questões, desde logo a previsível diminuição financeira em relação ao II pilar da PAC para Portugal”, estimada em menos 15% relativamente, ao anterior PDR, programa que “por falta de verbas vai ficar aquém das necessidades rurais de investimento no País, nomeadamente no rejuvenescimento dos seus agricultores considerados dos mais envelhecidos da Europa”.

Atendendo a algumas prioridades que o ministro Capoulas Santos introduziu em Portugal, a dinamização e investimento no regadio, nas florestas, na agricultura familiar e a introdução do Jovem Empresário Rural, a AJAP entende que o ministro português “está em óptimas condições para assumir no futuro a pasta de Comissário Europeu para Agricultura e Desenvolvimento Rural”.

Agricultura

Cereais voltam a ganhar ‘espaço’ no Alentejo. Mais de 3 mil hectares deverão render 2,5M€

Na fase de arranque da nova marca, a ANPOC celebrou já um contrato com a Germen, uma das maiores empresas de moagem de cereais em Portugal, e com a Sonae para a comercialização de produtos produzidos com cereais do Alentejo.

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A Associação Nacional de Produtores de Proteaginosas, Oleaginosas e Cereais (ANPOC) acaba de lançar a marca Cereais do Alentejo, por ocasião do 20.º aniversário do Clube Português dos Cereais de Qualidade, e prevê gerar um volume de negócios no valor de 2,5 milhões de euros no período de dois anos, ao envolver cerca de dez mil toneladas de cereal, abrangendo uma área cultivada de mais de 3.300 hectares.

Além de assumir um papel agregador na fileira dos cereais, a marca Cereais do Alentejo pretende contribuir para o desenvolvimento económico e social do País através da redução da dependência alimentar externa e da consolidação e do aumento das áreas de produção.

De acordo com José Pereira Palha, Presidente da ANPOC, «a criação da marca Cereais do Alentejo surge na sequência do lançamento da Estratégia Nacional para a Promoção da Produção de Cereais em Portugal, coordenada pelo Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral e na qual a ANPOC teve intervenção, mas também num contexto em que a segurança alimentar e a saúde pública têm vindo a tornar cada vez mais exigentes normas que garantam a proveniência dos produtos agroalimentares. E, neste em particular, o fator portugalidade e o reconhecimento do valor dos nossos produtos têm um peso importante».

O responsável da ANPOC explica ainda que os cereais são vistos como commodities, o que faz aumentar a sua dependência perante os mercados internacionais. «Nos últimos 30 anos, a área de produção em Portugal baixou de 900 mil hectares para cerca de 200 mil. Há que inverter esta tendência e tornar o setor mais atrativo. Ao criar uma marca única, que une produtores, investigação e indústria dos cereais estamos a dar o primeiro passo».

Na fase de arranque da nova marca, a ANPOC celebrou já um contrato com a Germen, uma das maiores empresas de moagem de cereais em Portugal, e com a Sonae para a comercialização de produtos produzidos com cereais do Alentejo.  A ANPOC assinou ainda um protocolo com a Cerealis e a Auchan também para a comercialização; e uma parceria com a Cerealis para a produção das massas com o selo Cereais do Alentejo (edição limitada).

Ao todo, constituem a marca cinco organizações de produtores associadas da ANPOC: a Cersul – Agrupamento de Produtores de Cereais do Sul, a Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches, a Cooperativa Agrícola de Beringel, a GlobAlqueva e a Procereais.

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