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Sociedade

José Maria da Fonseca na ‘pegada do carbono’

A empresa não faz por isso descargas da sua Estação de Tratamentos (ETAR) no meio hídrico desde 2007.

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A Sociedade Ponto Verde declarou que a José Maria da Fonseca, no âmbito “Menos Pegada, Mais Futuro”, através da adesão ao Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens, evitou a emissão para a atmosfera de 224,00 tCO₂e durante o ano de 2018, valor que equivale a 2032,52 mil kms percorridos de automóvel”.

Este valor foi calculado com base na quantidade anual de embalagens colocadas no mercado pela José Maria da Fonseca e no desempenho geral do sistema de gestão de resíduos gerido pela Sociedade Ponto Verde.

Esta declaração enaltece o benefício ambiental da produtora de vinho na redução da pegada de carbono durante o ano de 2018, nomeadamente nas embalagens que colocou no mercado.

A José Maria da Fonseca tem vindo ao longo dos anos a demonstrar uma crescente preocupação face aos fatores ambientais. Esta preocupação traduz-se na utilização de melhores práticas no tratamento da vinha, numa melhor gestão dos recursos naturais, sua preservação e conservação, antes ainda do aparecimento das normas ambientais ISO14001, de que a José Maria da Fonseca foi a primeira certificada no sector.

Desde 1996, a José Maria da Fonseca é certificada na Norma de Qualidade ISO9001 e a partir de 2004 passa a seguir o referencial ISO14001. Também na área da Segurança Alimentar, a José Maria da Fonseca alcançou o estatuto BRC em 2003, tendo em 2012 obtido a Certificação BRC, issue 7 (atualmente o mais avançado standard internacional na área da Segurança Alimentar).

Ainda na vertente ambiental a José Maria da Fonseca mantém práticas sustentáveis inovadoras como a redução de consumos de água, com objetivos e metas anuais, incluindo o tratamento e reutilização de todas as suas águas residuais, para rega dos seus espaços verdes.

Sociedade

GNR de Portalegre deita para o lixo dezenas de quilos de comida todos os dias

No centro de formação são servidas 1350 refeições diárias.

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A GNR de Portalegre está a ser acusada de deitar no lixo, diariamente, dezenas de quilos de comida

Em causa estão os restos dos alunos do Curso de instrução que decorre em Portalegre.

Segundo avança o Jornal de Notícias a situação acontece ‘todos os dias e há vários meses’. ‘Dezenas de quilos de pão, carne, peixe, sopa vão para contentores de lixo para depois serem recolhidos pelos serviços da Câmara Municipal de Portalegre’, refere o Jornal.

No centro de formação são servidas 1350 refeições diárias.

Antes dos casos do surto de gastroenterite, registado á menos de dois anos, os alimentos eram depositados em bidões de plástico e mais tarde recolhidos em horário noturno para ser entregue a uma exploração suína em carreiras, Portalegre.

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