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Jorge Sanches diz que comunidade de Vale do Touro(Moura) tem que fazer testes

Testes poderão ter que avançar em Vale do Touro mas habitantes poderão ter a lei do seu lado.

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O Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, que tem a responsabilidade de coordenar a execução da declaração do Estado de Emergência, no Alentejo afirmou à  TDS que “…se as autoridades de saúde pretenderem fazer os testes a comunidade tem que o permitir”.

“… isso poderá ser legal, uma vez que qualquer exame complementar precisa de ter consentimento do doente”.

Em declarações dadas em Santiago do Cacem, na sua visita ao Hospital do Litoral Alentejano, o governante afirmou que a ‘responsabilidade da situação’ pertence à  Unidade de Saúde do Baixo Alentejo.

Refira-se que a comunidade do lugar de Vale do Touro, em Moura, recusou efetuar os testes de Covid-19, que a Unidade de Saúde Publica (USP) da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) tinha decidido efetuar no último fim de semana.

Num comunicado, a UPS revelou que “não foi, possí­vel concretizar esta decisão por motivos de todo alheios à  nossa intenção”, justificando que a decisão tinha sido tomada por se “tratar de uma população definida e avaliada como de alto risco”.

O médico de saúde pública, responsável pela USP, sustenta que a instituição “espera de todos uma postura de responsabilidade pública, certa que quando, na aparência, tal não acontece, seja por não se ter feito compreender”.

Sobre esta questão a autarquia em vindo a recusar tecer comentários remetendo para as instituições de saúde.

“A decisão de realizar testes a uma população definida e por nós avaliada como de alto risco, para si e para outros, foi única e exclusivamente da Autoridade de Saúde sendo esta soberana no que diz respeito à  situação de saúde pública.”, refere no documento assinado pelo médico Eugeniu Besarab da Autoridade de Saúde do concelho de Moura.

Entretanto, Ricardo Mexia, presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública, referiu aos jornalistas nunca ter tido conhecimento de um caso de recusa de realização de testes, mas admite que isso poderá ser legal, uma vez que “qualquer exame complementar precisa de ter consentimento do doente”.

7 colaboradores de lar em Vendas Novas com COVID-19

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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