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Já saiu o novo vídeo de António Zambujo. Veja agora na TDS.

“Madera De Deriva”, com Mon Laferte, faz parte do álbum “Do Avesso”

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Já disponível nas plataformas digitais

Já saiu o novo vídeo do alentejano de Beja  António Zambujo.
“Madera De Deriva”, com Mon Laferte, faz parte do álbum “Do Avesso” e é a nova aposta do cantor alentejano.

Está já disponível em todas as plataformas digitais. Pode entrar AQUI.

Oiça na TDS.

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Artes

‘Mão Morta’ no último dia do mês em Évora

Grupo liderado pelo vocalista Adolfo Luxúria Canibal, vai apresentar o seu mais recente álbum, “No fim era o frio”

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Os Mão Morta, liderados pelo vocalista Adolfo Luxúria Canibal, vão apresentar o seu mais recente álbum, “No fim era o frio”, em Évora, no centenário Teatro Garcia de Resende, a 31 de janeiro do próximo ano.

No Fim Era o Frio apresenta-se como uma narrativa distópica onde conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para um questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano.

São paradigmas que nos rodeiam e com os quais nos relacionamos e que todos os dias replicamos criando com eles uma familiaridade tal que nos impede, muitas vezes, de deles tomar verdadeira consciência , desviados para um outro enquadramento onde a familiaridade ganha a estranheza que permite a sua percepção.

Mas esta é uma percepção demencial, num horizonte ficcional que nunca sabemos se é real ou delirante e onde as composições criadas com os padrões deslocalizados da sua primitiva função dão novas vidas e leituras ao frio cosmológico e à solidão humana, aqui ecos de uma mesma inadaptação existencial e vazio afectivo.

Ao vivo, numa primeira parte de apresentação do disco No Fim Era o Frio, os Mão Morta recriam a distopia, dando espaço para o palco funcionar como terreiro dessa demanda de calor humano, um terreiro devastado pelo fim da civilização e pelo níveo alvor de um novo recomeço, sem outro programa para além do mantra hipnótico tecido pela música. E, depois de um pequeno intervalo, há um outro concerto onde os Mão Morta revisitam o seu património musical, com os temas do passado a ganharem as asas do presente e a instalarem o caos urbano e a decadência civilizacional que sempre os inspiraram e inquietaram. Esta segunda parte conta com a colaboração da OFICINA ARARA, no cenário.

No fim, há a promessa da disponibilidade para conversarem, assinarem discos, tirarem fotos e tudo o mais que um momento de celebração como este merece.

FICHA ARTÍSTICA

MÃO MORTA

NO FIM ERA O FRIO Ficha Artística

Letra de Adolfo Luxúria 

Música de Miguel Pedro Guimarães e António Rafael Machado

Adolfo Luxúria Canibal voz

António Rafael Machado teclado e guitarra

Vasco Vaz guitarra

Rui Lacerda guitarra

Joana Longobardi baixo eléctrico

Miguel Pedro Guimarães bateria

Nuno Couto desenho e operação de som

Alberto Pinheiro desenho e operação de luz

Manuel Toga técnico de backline

Emanuel Rocha técnico de backline

Cláudia Pinto – roadmanager 

Oficina Arara Cenário da 2ª parte do concerto

PREÇOS

Plateia – 20€Frizas – 20€Camarotes 1ª Ordem – 20€Camarotes 2ª Ordem – 20€

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