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Investigadores demonstram mau uso da água e destruição do território em Alqueva. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Agricultura

Investigadores demonstram mau uso da água e destruição do território em Alqueva.

Comissão de Agricultura e Mar ouviu relatos.

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Audição a investigadores

“Investigadores da Universidade de Évora falam em mau uso da água de Alqueva”

A Comissão de Agricultura e Mar, ouviu vários investigadores do Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, o Ambiente e o Desenvolvimento, entre eles alguns que leccionam na Universidade de Évora.

A exposição foi pedida pelos próprios investigadores, tendo sido acompanhada de um parecer técnico a respeito da política pública para o regadio e do Plano Nacional de Investimentos 2030.

Muitas organizações ambientalistas têm vindo a manifestar-se contra a atual gestão das águas do Alqueva e contra a destruição de recursos naturais que os modelos de produção agrícola intensivos e superintensivos têm vindo a gerar ao longo dos anos.

Mais recentemente, têm sido crescentes os protestos e os alertas lançados por muitos especialistas e académicos que vão no mesmo sentido, como foi o caso de um comunicado emitido em Julho de 2020 e publicado no Jornal Expresso, onde anunciavam que a coesão territorial do Alentejo estaria em risco.

Oiça a opinião dos investigadores.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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