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Investigador da Univ. Évora vence Prémio Mário Quartin Graça 2019

Os três investigadores, selecionados entre 90 candidaturas a concurso, recebem individualmente um prémio no valor de 5.000 euros, entregues no mês de dezembro, numa cerimónia a decorrer em data e local a anunciar.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Luís Fialho, investigador da Cátedra Energias Renováveis da Universidade de Évora (UÉ) venceu o Prémio Científico Mário Quartin Graça 2019, na categoria de Tecnologias e Ciências Naturais, com a tese que defendeu na Universidade de Évora, propondo uma nova abordagem para resolver o problema do armazenamento da energia fotovoltaica.

“A tese passou por pegar numa tecnologia inovadora de armazenamento de energia – as baterias de fluxo de vanádio” onde é armazenada energia, e aplicá-las a edifícios de serviços, a indústrias e mesmo em centrais fotovoltaicas”, explicou Luís Fialho, doutorado em Engenharia Mecatrónica e Energia, que propôs uma nova forma de armazenar energia solar.

O investigador explicou que a vantagem deste método “é que neste momento a tecnologia dominante do armazenamento de energia, baseia-se em baterias de iões de lítio, como as que temos nos nossos telemóveis e computadores, só que em tamanho gigante”. “O grande problema que temos e com que todos os utilizadores se deparam relativamente a essas baterias é a degradação que elas têm com o tempo: se fizermos muitos ciclos de carga-descarga acabam por ter um tempo de vida de alguns anos apenas”, sublinha.

Luís Fialho, explica ainda que “para aumentarmos a penetração dessas energias renováveis na nossa sociedade, vamos ter de ter armazenamento de baixo custo e são este tipo de soluções que vão permitir chegar aí”, pelo que a visibilidade que este prémio traz a estas questões desenvolvidas na sua investigação é uma grande mais-valia.

O júri foi constituído por: Arlindo Oliveira, presidente do Instituto Superior Técnico; João Proença, professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto; Pedro Cardim, professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; João Paulo Velez, diretor de Comunicação e Marketing Corporativo do Santander Portugal; e Manuela Júdice, secretária-geral da Casa da América Latina.

Na área da Contabilidade, Marcello Angotti, investigador da Universidade Federal do Rio de Janeiro e nas Humanidades, Camila Marchioro, da Universidade Federal do Paraná, em colaboração com a Universidade do Porto e a Nova de Lisboa, foram ou outros investigadores distinguidos com o Prémio Científico Mário Quartin Graça, uma parceria entre o Banco Santander e a Casa da América Latina, que celebra este ano a sua 10ª edição, que tem por objetivo promover o mérito das teses de doutoramento que resultam da colaboração entre universidades de Portugal e da América Latina.

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Educação

Nova presidente dos estudantes da Univ. de Évora quer resolver as questões do alojamento.

A data para a tomada de posse dos novos órgãos sociais da associação académica da Universidade de Évora prevê-se que seja no início do mês de janeiro.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A lista I foi a que conquistou mais votos. 

Fernanda Barreiros, estudante atual do Mestrado em Design de Comunicação na UÉ, foi eleita Presidente da AAUE, após conquistar 1385 votos, num total de 2209 votantes. Para a Assembleia Magna somaram 1380 votos de 2211 e para o Conselho Fiscal reuniram 1376 votos num total de 2207 votantes.

A estudante de 25 anos já tinha estado ligada à academia durante a sua licenciatura em Artes Visuais e Multimédia. 

“Para Fernanda Barreiros a missão da AAUE tem por base cinco princípios, sendo eles “a Igualdade, a Inclusão, a Integração e a Integridade” com a finalidade de garantir “que a AAUE esteja próxima de toda a academia, mas também da cidade de Évora”. “

A recentemente eleita defende que “a igualdade é essencial no sentido em que todos os estudantes tenham direito aos mesmos acessos ao ensino superior. 

A inclusão sendo que um estudante só se pode sentir integrado, sentindo-se incluído. Por outro lado, a integração promovendo ações para que os estudantes se sintam acolhidos e que se identifiquem.

E, por fim, a integridade pretendendo garantir que todos as atividades, ações e contas sejam transparentes, garantido assim que todos os alunos tenham maior acesso a informação”.

“Para a AAUE é fundamental trabalhar em equipa, estabelecer e fortalecer ligações, tanto com a academia como com a autarquia e entidades locais, pois só assim é possível atingir os objetivos definidos”, realçou. “É importante mostrar que estudantes se importam com o meio em que vivem e que podem fazer a diferença no mesmo”, afirmou Fernanda Barreiros.

“As nossas principais preocupações estão relacionadas com a falta de alojamento, com o estado do pavilhão de desporto e do pólo de teatro. 

Sabemos que neste momento estão a ser tomadas medidas no que lhes diz respeito, no entanto queremos continuar a procurar soluções para estes problemas e outros que afetam grande parte dos nossos estudantes.

Pretendemos também apostar nos nossos estudantes, primeiramente estimulando-os a serem empreendedores e, por fim, procurando novas formas de desenvolver formações nesta área e de os fixar na cidade”, concluiu.

A data para a tomada de posse dos novos órgãos sociais da associação académica da Universidade de Évora (AAUE) ainda está por confirmar, contudo, prevê-se que seja no início do mês de janeiro, tendo lugar no auditório do Colégio Espírito Santo da UÉ.

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