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Incêndios

Incêndios de regresso ao Alentejo em dia de temperaturas altas.

Chamas estão a consumir zona de pasto no concelho de Campo Maior.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Chamas no concelho de Campo Maior

“Incêndio agrícola em Campo Maior “

As temperatura elevas já próximas dos 30ºC estão a provocar incêndios em todo o país. O Alentejo não fica de fora.

Um incêndio agrícola está a deflagrar no Monte da Boavista, em Campo Maior.

Não existe casas em perigo está a arder uma zona de pasto.

O incêndio começou cerca das 17h00.

No local estão 15 operacionais auxiliados por 5 meios terrestres.

Incêndios

Universidade de Évora com 2 novos projetos na área da investigação e combate aos incêndios

Financiamento garantido é superior a meio milhão de euros

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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PyroC.pt e FUEL-SAT são os acrónimos dos dois projetos liderados pela Universidade de Évora (UÉ)

“…financiamento superior a meio milhão de euros.”

Os dois projetos foram aprovados para financiamento pela Fundação para Ciência e a Tecnologia (FCT) na 3ª edição do Concurso para Projetos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico no âmbito da Prevenção e Combate de Incêndios Florestais, com um total de financiamento de 520.000  para um período de 3 anos.

Ambos coordenados por investigadores do Pólo de Évora do Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais (CILIFO), contaram ainda com a colaboração de mais três Unidades de I&D  sediadas na UÉ: o Instituto de Ciências da Terra (ICT), o Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e o Centro de Investigação em Matemática e Aplicações (CIMA).

O projeto PyroC.pt- Modelação de fogos florestais para avaliação de riscos e estudo da piroconvecção em Portugal –  coordenado pelos investigadores do ICT Rui Salgado e Flávio Couto, estuda o efeito dos incêndios na atmosfera e na propagação e severidade do próprio fogo e tem como principal objetivo obter uma melhor representação da piro-convecção (responsável por nuvens criadas pelo próprio fogo) em previsão numérica do tempo (PNT).

O projeto espera avanços significativos na representação numérica mais realista dos incêndios florestais e no impacto da piroconveção na atmosfera, na microfísica das nuvens e na química da atmosfera com vista a desenvolver uma metodologia mais precisa de avaliação que possibilite uma avaliação sazonal do risco de incêndios.

Por sua vez, o FUEL-SAT, coordenado pelos investigadores Sérgio Godinho (MED/ICT) e Nuno Gracinhas (MED) pretende investigar a caracterização e classificação dos combustíveis.

Através de dados de satélite multiespectrais, LIDAR, e RADAR, os investigadores esperam conseguir desenvolver e testar uma metodologia que permita observar, medir, mapear e monitorizar como, quando e onde os combustíveis florestais são mais propensos a queimar.

O seu intuito é estudar o comportamento do fogo, em muito dependente da quantidade e distribuição (vertical e horizontal) do combustível disponível, bem como das principais características do mesmo (tipo de vegetação, estrutura e teor de humidade).

Recorde-se que esta linha de investigação tem vindo a ser desenvolvida na UÉ pelo Centro Ibérico para a Investigação e Combate aos Incêndios Florestais (CILIFO), através do Programa de Cooperação Transfronteiriça Interreg V-A Espanha-Portugal (POCTEP), tendo como principais objetivos contribuir, através de uma perspetiva multidisciplinar, para  a promoção da investigação científica e inovação com vista a fortalecer as competências técnicas e a contribuir para o desenvolvimento da formação, sensibilização, investigação e cooperação no combate aos incêndios florestais.

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