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Inaugurados Reservatório de Aldeia de Palheiros e Conduta de ligação ao Reservatório de Santa Luzia

A entrada em funcionamento destas infraestruturas vai permitir melhoras as condições de transporte de água a partir do Sistema do Monte da Rocha

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Decorreram hoje, as inaugurações da conduta de ligação entre Garvão e Santa Luzia para abastecimento de água em alta ao Reservatório de Santa Luzia e da Estação Elevatória, da Conduta e do Reservatório Elevado da Aldeia de Palheiros.

“A entrada em funcionamento destas infraestruturas vai permitir melhoras as condições de transporte de água a partir do Sistema do Monte da Rocha”

O Reservatório de Aldeia de Palheiros destina-se a assegurar o abastecimento de água à Aldeia de Palheiros a partir da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Monte da Rocha, e envolveu a construção de uma estação elevatória, uma conduta com 8,3km e um reservatório elevado na Aldeia de Palheiros, com uma capacidade de 250m3, num investimento total de cerca de 843 mil euros

A entrada em funcionamento destas infraestruturas vai permitir melhoras as condições de transporte de água a partir do Sistema do Monte da Rocha, designadamente através da substituição da conduta adutora da (ETA do Monte da Rocha a Cerro Ruivo), e garantir o abastecimento a todas as povoações que se encontram no eixo Ourique-Almodôvar, nomeadamente Aldeia de Palheiros, no concelho de Ourique, Moinhos de Vento e A-dos-Neves, no concelho de Almodôvar.

A conduta de ligação ao Reservatório de Santa Luzia destina-se a assegurar o abastecimento de água ao Reservatório de Santa Luzia, a partir de água produzida na ETA do Monte da Rocha.

A conduta construída entre Garvão e Santa Luzia, servirá para abastecer várias povoações do município de Odemira, tendo sido também efetuada uma reabilitação do recinto do reservatório no âmbito desta, num investimento total de cerca de 200 mil euros.

Os referidos trabalhos inserem-se num conjunto de intervenções que representam um investimento total cerca de 7,11 milhões de euros, cofinanciado pela União Europeia através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR).

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Comporta já tem pré-tratamento de esgotos.

O investimento total neste novo sistema cifra-se em quase 2,9 milhões de euros.

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Comporta já tem pré-tratamento de esgotos e nova ETAR permitirá reaproveitar águas

“Nova ETAR permite reaproveitar águas”

O presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, acompanhado pela vereadora Ana Soares, esteve ontem (22 de setembro 2020) de visita às instalações do novo Sistema de Tratamento de Águas Residuais – SAR da Comporta, obra que compreende uma Estação Elevatória – já concluída, e que iniciou ontem funções – de um Sistema Intercetor, de transporte de efluentes para a ETAR, e de uma Estação de Tratamento de Águas Residuais.

O investimento total neste novo sistema cifra-se em quase 2,9 milhões de euros, cofinanciados pela União Europeia através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), e cujas empreitadas estão adjudicadas à Ambiágua – Gestão de Equipamentos de Água, S.A. (Sistema Intercetor) e ao consórcio Domingos da Silva Teixeira, S.A/DTE, Instalações Especiais, S.A. (ETAR). Prevê-se que o SAR da Comporta esteja totalmente concluído no primeiro semestre de 2021.

Após a confirmação da previsão do fim dos trabalhos na primeira metade de 2021, o presidente da Câmara Municipal de Alcácer, Vítor Proença, afirmou que a construção do SAR da Comporta “é um motivo de grande satisfação para todo o Município de Alcácer, sendo também a concretização de um compromisso do Executivo Municipal e do próprio presidente da Câmara”.

Acrescentou depois que “toda a população da Comporta deve estar satisfeita com este novo passo”, sublinhando que naquele mesmo dia se deu “um passo muito grande na defesa do ambiente, com a entrada em funcionamento do sistema de pré-tratamento dos esgotos da Comporta”.

As novas instalações estão dimensionadas para tratar as águas residuais de uma população de cerca de 2.500 habitantes-equivalentes em época alta, podendo aumentar para mais de 5.000 habitantes.

Quando a ETAR estiver concluída, as águas residuais, depois do seu tratamento, vão ser reutilizadas em sistemas de rega na floresta da zona, facto pioneiro no Alentejo.

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