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Saúde

Idoso do Lar de Reguengos esteve 3 dias morto na morgue do Hospital de Évora.

Hospital assume ‘falta de comunicação’ e já pediu desculpas aos familiares.

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Surto de Reguengos

“Idoso com covid 19 foi ‘esquecido’ na morgue do hospital durante 3 dias”

O idoso estava no pavilhão de feiras de Reguengos de Monsaraz com covid 19 tendo sido transportado para o Hospital de Évora no último sábado devido ao agravamento do seu estado de saúde.

O utente do lar veio a falecer no domingo.

O corpo foi transportado para a morgue com os devidos cuidados já que se tratava de um doente covid mas só na quarta feira a família foi informada.

A família chegou a telefonar para saber informações do idoso, no início da semana, e o hospital confirmou que o ‘doente estava estável’ na enfermaria covid do Hospital.

O Hospital já veio afirmar tratar-se de ‘uma falha de comunicação’ tendo apresentado as desculpas aos familiares.

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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