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Saúde

Hospital de Évora integra Grupo de Trabalho Nacional para gestão dos Blocos Operatórios do SNS

O Grupo de Trabalho será coordenado por Pedro José de Castro Correia da Silva, Assistente Hospitalar Graduado Sénior de Cirurgia Geral, do Centro Hospitalar de São João do Porto e é composto por 13 elementos de hospitais de todo o país.

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O HESE EPE está incluído no Grupo de Trabalho para estudar os diferentes modelos organizativos no funcionamento dos Blocos Operatórios, tendo em vista a apresentação de uma proposta de otimização da prestação de cuidados.

Jorge Caravana, enquanto membro deste Grupo de Trabalho, refere que “foi uma surpresa positiva o convite para a participação neste Grupo, quer para mim, enquanto cirurgião, quer para o Hospital do Espírito Santo de Évora, como reconhecimento do trabalho que se realiza diariamente na instituição, nesta área.”

A eficiência dos Blocos Operatórios depende diretamente da rentabilização dos escassos recursos existentes, que é algo que no HESE já fazemos há anos. Considero que esta partilha de boas práticas pode constituir uma mais valia para todos os Blocos Operatórios do país e, por isso, será muito importante a participação do HESE neste Grupo de Trabalho.”

Cabe ao GT- BL propor medidas de atualização e agilização que visem conseguir a melhoria da organização e trabalho dos profissionais, bem como dos serviços prestados à população, ter em consideração os recursos atualmente existentes, quer humanos quer materiais e financeiros e elaborar uma proposta de Modelo para regulamentação do funcionamento dos Blocos Operatórios nos Hospitais do SNS e o respetivo Programa de Implementação, no prazo de quatro meses contados da data de publicação do referido despacho.

Isabel Pita, Diretora Clínica do HESE EPE reforça ainda que “esta participação é muito importante para chamar a atenção para hospitais como o nosso que têm escassos recursos logísticos e humanos e, ainda assim, conseguem adaptar-se à legislação existente. Cumprimos as normas e conjugam-se todos os fatores com uma performance única, com o esforço e empenho das equipas médicas, de enfermeiros e de assistentes operacionais do Bloco Operatório e dos serviços de Internamento.”

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Novo hospital do Alentejo não deve ‘afundar’ os outros hospitais da região.(vídeo)

O recado foi dado pelo secretário de estado adjunto e da saúde, Francisco Ramos.

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Novo hospital de Évora não deve ‘matar’ os restantes hospitais da região.

O secretario de estado adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, afirmou que o novo Hospital de Évora não pode ‘afundar’ os outros hospitais da região.

Em Évora, afirmou ainda que os Hospitais de Beja, Portalegre e Litoral Alentejo tem que sobreviver com a nova unidade hospitalar que vai nascer.

O governante afirma que ‘esses hospitais tem que continuar a ser capazes de prestar os seus serviços’. Francisco Ramos diz que ‘não se deve dar cabo daquilo que temos à nossa volta’, concluiu.

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