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Saúde

Hospital de Beja com UCI completa e 3 camas na enfermaria.

Regista-se uma taxa de 189% de ocupação face às 36 camas em Enfermaria previstas na última fase do Plano de Contingência.

Foto: Bruno Baltazar | TDS
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Hospital de Beja: Ocupação covid 19

” taxa de 189% de ocupação face às 36 camas em Enfermaria previstas na última fase do Plano de Contingência”

Num trabalho diário para fazer face às necessidades de internamento de doentes com Covid-19, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo tem, neste momento, no Hospital de Beja, 71 camas em Enfermaria e 8 camas em UCI.

Das 71 camas em Enfermaria, estão ocupadas 68, o que corresponde a 95,7% de ocupação.

Em Unidade de Cuidados Intensivos, as 8 camas existentes estão com ocupação plena.

Regista-se uma taxa de 189% de ocupação face às 36 camas em Enfermaria previstas na última fase do Plano de Contingência da Instituição.

Saúde

Comissão de Utentes do Litoral Alentejano diz que vacinação não está a ser eficaz.

Comissão avança com sugestões ao governo

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, tomou posição na última reunião sobre a actual situação da toma das vacinas.

“Vacinação não está a ser eficaz”

O actual sistema de vacinação para as Populações contra a Covid-19, não está a ser eficaz e em muitos casos a “conta gotas”, como recentemente afirmou o Responsável Nacional pela coordenação do processo de vacinação na última reunião do INFARMED.

Quem o afirma é a Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

Segundo refere “Este atraso mais uma vez se verifica devido às opções políticas do Governo no sentido de realizar uma Parceria Público-Privada, para a implementação da criação da vacina e sua aplicação aos Utentes.”

A União Europeia financiou, com recursos públicos, a produção de vacinas. Financiou a fase de investigação e desenvolvimento; financiou seguros de risco; comprou antecipadamente vacinas.

Porém, abdicou de quaisquer direitos de propriedade sobre a invenção que financiou. O ritmo de produção das vacinas é, assim, determinado pela capacidade produtiva das farmacêuticas e pela gestão que as mesmas fazem do processo, em função dos seus interesses comerciais, inclusive na resposta aos vários pedidos de aquisição.

Segundo a Comissão “Este processo de vacinação revela-se que por um lado não termos soberania para produzir publicamente esta vacina, por outro estamos dependentes da Agência Europeia do Medicamento, é um grave erro.”

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, aponta algumas propostas:

– O Governo e o Ministério da Saúde sobre a aquisição de vacinas deveria e deverá no futuro diversificar a compra de vacinas, já aprovadas pela Organização Mundial de Saúde, a outros Países, não ficando dependente do contrato com a UE;

– O Governo deve também requerer a abertura das patentes, para que possam ser produzidas em território nacional e assim ter uma maior autonomia;

– O Governo deve valorizar e aumentar a produção de medicamentos no Laboratório Militar;

– Criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

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