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Saúde

Hospitais alentejanos perto do limite

UCI com 91,9% e Enfermarias com 88% das camas ocupadas.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Pandemia em Portugal-Alentejo perto dos limites

” Camas começas a escassear”

É o pior cenário até hoje.

Os 5 hospitais alentejanos, Portalegre, Elvas, Beja, Evora e Litoral Alejano, estão próximos da sua capacidade máxima.

Os últimos números confirmados pelas entidades oficiais apontam para uma ruptura para breve.

Nas Unidades de Cuidados Intensivos dos 5 hospitais existem apenas 3 camas disponíveis.

No total existem 37 camas de UCI e apenas 3 estão livres as restantes 34 estão ocupadas.

Os Cuidados Intensivos estão com 91,9% da sua capacidade preenchida.

Em Enfermaria  estão disponíveis nos hospitais 259 camas e já estão ocupadas 228.

Os serviços de enfermaria estão com 88% de ocupação.

Saúde

Comissão de Utentes do Litoral Alentejano diz que vacinação não está a ser eficaz.

Comissão avança com sugestões ao governo

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, tomou posição na última reunião sobre a actual situação da toma das vacinas.

“Vacinação não está a ser eficaz”

O actual sistema de vacinação para as Populações contra a Covid-19, não está a ser eficaz e em muitos casos a “conta gotas”, como recentemente afirmou o Responsável Nacional pela coordenação do processo de vacinação na última reunião do INFARMED.

Quem o afirma é a Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

Segundo refere “Este atraso mais uma vez se verifica devido às opções políticas do Governo no sentido de realizar uma Parceria Público-Privada, para a implementação da criação da vacina e sua aplicação aos Utentes.”

A União Europeia financiou, com recursos públicos, a produção de vacinas. Financiou a fase de investigação e desenvolvimento; financiou seguros de risco; comprou antecipadamente vacinas.

Porém, abdicou de quaisquer direitos de propriedade sobre a invenção que financiou. O ritmo de produção das vacinas é, assim, determinado pela capacidade produtiva das farmacêuticas e pela gestão que as mesmas fazem do processo, em função dos seus interesses comerciais, inclusive na resposta aos vários pedidos de aquisição.

Segundo a Comissão “Este processo de vacinação revela-se que por um lado não termos soberania para produzir publicamente esta vacina, por outro estamos dependentes da Agência Europeia do Medicamento, é um grave erro.”

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, aponta algumas propostas:

– O Governo e o Ministério da Saúde sobre a aquisição de vacinas deveria e deverá no futuro diversificar a compra de vacinas, já aprovadas pela Organização Mundial de Saúde, a outros Países, não ficando dependente do contrato com a UE;

– O Governo deve também requerer a abertura das patentes, para que possam ser produzidas em território nacional e assim ter uma maior autonomia;

– O Governo deve valorizar e aumentar a produção de medicamentos no Laboratório Militar;

– Criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

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