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Economia

Há falta de vinho em todo o mundo. Portugal é excepção.

Produção de 2020 foi abaixo do expectável e um dos anos com nível mais baixo da história recente.

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Falta vinho no mundo

“Alterações climáticas não ajudam”

Os vinicultores em todo o mundo estão a alertar para a iminente escassez global de vinho, já que a oferta caiu para níveis recordes em 2021, devido aos fenómenos climáticos extremos que afetaram as vinhas, especialmente nas regiões produtoras de vinho da Europa.

O mau tempo teve um impacto “severo” na produção de vinho em vários países como Itália, Espanha e França, segundo um comunicado da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o que resultou em níveis de produção “extremamente baixos.”

Portugal escapou este ano a fenómenos extremos e é um dos quatro países europeus onde se produziu mais vinho em 2021, face ao ano anterior, tendo ficado ligeiramente acima com um aumento de produção estimado de mais 1% relativamente a 2020.

Nos restantes países produtores, e com a procura a retomar em força, a baixa de produção está a conduzir a uma situação de escassez global.

Em toda a União Europeia, a produção deve cair 13% em relação ao ano passado, explicou o diretor-geral da OIV, Pau Roca, em conferência de imprensa, citado pela agência Reuters.

Este pode ser o terceiro ano consecutivo de produção baixo do expectável e um dos anos com nível mais baixo da história recente.

Apesar de haver novas regiões produtoras, como a Nova Zelândia, não são suficientes para compensar a queda na produção das regiões tradicionais da Europa.

Os vinicultores que sobreviveram à pandemia em 2020 estão agora “a enfrentar um problema muito maior do que a pandemia: as alterações climáticas”. “Não há vacina” para a mudança do clima, disse Pau Roca. “Existem soluções de longo prazo que exigirão grandes esforços em termos de práticas sustentáveis de cultivo da vinha e produção de vinho.”

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Economia

II Energy & Climate Summit, em Sines.

Ao longo do próximo ano, o Projeto GUARDIÕES vai promover ainda três conferências, nomeadamente a 20 e 21 de outubro, em Beja, a 26 e 27 de janeiro 2023, em Évora, e a 22 e 23 abril 2023, em Portalegre.

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ENERGIA E FUNDO DE TRANSIÇÃO JUSTA DEBATIDOS EM SINES

Após o encerramento da central termoelétrica a carvão e o anúncio de novos investimentos sustentáveis, Sines recebe a II Energy & Climate Summit.

A iniciativa conta com a participação de João Galamba, Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, para debater o tema da Energia e Fundo de Transição Justa.

Nos próximos dias 2 e 3 de junho realiza-se no Centro de Artes de Sines a conferência subordinada ao tema da Energia.

A iniciativa decorre no âmbito do Projeto GUARDIÕES, promovido pelo Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), em parceria com o Fórum da Energia e Clima (FEC) e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).

O evento conta com a presença de João Galamba, Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, bem como de diversos especialistas do setor privado e investigadores para debater as melhores práticas e as inovações nas áreas da energia solar e eólica, armazenamento de energia, hidrogénio e gases renováveis, e o fundo para a transição justa.

“O momento que vivemos, entre o fecho das centrais a carvão e a urgência de acelerar a penetração da energia solar, hidrogénio e gases renováveis é também um momento de grande potencial transformador para a economia portuguesa”, afirma Ricardo Campos, Presidente Fórum da Energia e Clima.

De acordo com o responsável, “estamos finalmente a aproveitar a posição geoestratégica de Sines e de Portugal, onde com energia renovável e mais barata podemos atrair investimento e criar um novo ecossistema de inovação, de especialização em indústrias de economia verde, de fixação de emprego e de crescimento do PIB do nosso país.

Sines pode ser uma nova capital de desenvolvimento do país”, sendo por isso importante “também criar projetos-piloto que estimulem a criação de novos serviços e empresas com uma ligação profunda com o sistema de ensino e conhecimento”.

Para Luis Loures, presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, “esta segunda conferência adquire uma relevância determinante no contexto da alterações climáticas, transição enérgica e da descarbonizarão, sendo que a sua realização em Sines conta com a participação ativa do Politécnico de Portalegre, instituição de ensino, investigação e formação, que ao longo das últimas décadas tem vindo a trabalhar sobre estas temáticas, contribuindo ativamente para a definição de soluções para os desafios que as novas gerações e o planeta exigem”.

O responsável acrescenta ainda que “esta conferência, além dos aspetos da transição energética, centra-se também no debate do Fundo para a Transição Justa, o que permitirá focar a atenção das instituições regionais e nacionais em torno de temáticas cruciais ao nível do desenvolvimento sustentável da região Alentejo”.

Ao longo do próximo ano, o Projeto GUARDIÕES vai promover ainda três conferências, nomeadamente a 20 e 21 de outubro, em Beja, a 26 e 27 de janeiro 2023, em Évora, e a 22 e 23 abril 2023, em Portalegre.

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Economia

Cimeira das Regiões Europeias a decorrer em Évora(Vídeo)

Até ao próximo dia 14 de maio.

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Cimeira das Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes

A decorrer em Évora

Esta a decorrer em Évora até ao próximo dia 14 de maio do corrente ano, a segunda cimeira das “Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes”.

Nesta Cimeira estão reunidos líderes locais e regionais de toda a Europa, que vão discutir formas de envolver os cidadãos e as partes interessadas na co-promoção de pequenas cidades, vilas, aldeias e regiões mais inteligentes para um amanhã melhor, bem como oradores-chave de instituições europeias.

A programação da Cimeira está dividida em fóruns, diálogos, workshops, laboratórios, momentos culturais e atividades destinadas a aprimorar o papel dos polos regionais e urbanos das Comunidades Inteligentes na realização da transformação digital verde, azul e brilhante.

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