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Artes

Grupo Pro-Évora teme pelo futuro do Museu de Évora.

Apoio estatal é pouco superior a 300 mil euros.

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O Museu de Évora, tem um orçamento de 342.290,38 euros

“Valor de apoio para Museu de Évora é o mais baixo a nível nacional”

O Museu de Évora é um dos que merece menor apoio a nível nacional. Para todas as atividades o valor disponibilizado pelo Ministério da Cultura pouco ascende a 340 mil euros.

O valor referido e publicado em DR de 29 de maio refere ainda que a verba para programação corresponderá a 10% dos orçamentos indicados. 

Em comunicado o Grupo Pro Évora pergunta “… como poderá o futuro director do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, com aquele orçamento, programar exposições permanentes, temporárias e itinerantes; contratar, eventualmente, os respectivos comissários; promover uma oferta diferenciada no âmbito do serviço educativo; cumprir um plano de comunicação; gerir as colecções, incluindo nesta tarefa estudo e investigação, incorporações, conservação, segurança; gerir o património edificado, incluindo a sua conservação, restauro e salvaguarda, entre várias outras obrigações que deverá cumprir, de acordo com os termos do concurso. “

O Grupo pede mesmo que o orçamento previsto seja revisto “a menos que se pretenda asfixiar a instituição, podendo mesmo ficar comprometida a resposta ao concurso actual para a sua direcção, pois poderá haver quem desista de uma eventual candidatura face aos valores orçamentais irrisórios previstos.”

Outra grave situação afecta presentemente o Museu, segundo o comunicado do Grupo, que diz “estar na iminência de não conseguir abrir as portas por falta de pessoal que garanta a recepção e a vigilância do espaço. “

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Morte e Rituais funerários do Islão Medieval

Conferência é dada pelo antigo presidente da Câmara de Moura e atual investigador do Campo Arqueológico de Mértola

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Foto: CMBeja
Morte e Rituais Funerários no Islão Medieval

“Por Santiago Macias, investigador do Campo Arqueológico de Mértola”

A conferência terá lugar esta quinta feira, no Auditório do Centro Unesco, em Beja.

A conferência andará muito à volta das seguintes ideias: “Até há 40 anos, era virtualmente desconhecida, em Portugal, a localização das necrópoles do período islâmico. Havia algumas referências escritas referentes a cemitérios mas, do ponto de vista material, nada fora identificado.

Os trabalhos de investigação desenvolvidos nas últimas décadas permitiram definir muitos desses espaços mortuários, tanto nos meios urbanos como em áreas rurais.

É à volta da topografia das necrópoles que andaremos, com incursões no domínio das mentalidades. Porque, como bem se sabe, a forma como olhamos a morte diz muito sobre a maneira como vivemos. ”

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