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Saúde

Grávida de Estremoz foi a Badajoz interromper a gravidez depois de não conseguir no Alentejo.

A ERS diz que as entidades envolvidas devem definir “um circuito de encaminhamento” das utentes que pretendam recorrer à IVG que seja “expedito e não crie obstáculos ou barreiras ao acesso”.

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Alegados constrangimentos na realização de uma interrupção voluntária da Gravidez levaram uma mulher de Estremoz a queixar-se à Entidade Reguladora da Saúde.

A grávida, com seis semanas de gestação, recorreu ao Agrupamento de Centros de Saúde Alentejo Central para a realização de uma Interrupção Voluntária da Gravidez contudo o médico de serviço terá recusado a intervenção.

Segundo a queixa da mulher o médico não terá dado sequência ao processo por ser objetor de consciência,.

A mulher acabou por ser encaminhada para a assistente social do centro de saúde de Estremoz.

Na queixa, a mulher diz que tentou recorrer ao Hospital do Espírito Santo de Évora, onde não obteve respostas, e ao hospital de Portalegre, onde lhe indicaram que só em Lisboa e Abrantes faziam a interromperão de gravidez.

A queixosa acabou por ir a Badajoz, e pagar 500 euros para interromper a gravidez.

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Saúde

Veja a carta de demissão dos 23 médicos do Hospital de Évora

Veja a carta assinada por 23 médicos em que é pedida a demissão das funções de chefia

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Em carta, timbrada do próprio Hospital do Espírito Santo, em Évora, os médicos pediram a sua demissão.

23 médicos assinou a carta que a TDS reproduz

Novas chefias terão que ser designadas pelo Conselho lho de Administração

As ‘chefias’ do Hospital de Évora pediram a demissão em bloco. Em carta enviada ao Conselho de Administração do Hospital 23 médicos assinam a nota.

Dizem que o seu bom nome foi colocado em causa e referem mesmo ter a ‘concordância’ da administração da unidade hospitalar.

A demissão vem na sequência dos resultados da auditoria do Tribunal de Contas em que, entre outros pontos, concluiu que foram feitas promoções de diretores e chefes de equipa ilegalmente e que está a ser pago aos médicos suplementos remuneratórios incorretamente.

Hospital de Évora reage ao Tribunal de Contas (vídeo)

Diretores e chefes de serviço demitem-se no Hospital de Évora

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