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Autarquias

Grândola com novo hotel e parque logístico

Dois projetos estratégicos para o município do litoral Alentejano

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Grândola vai ter Parque Logístico e um novo Hotel

“Dois projetos estratégicos para o município do litoral Alentejano”

Foi assinado entre a Câmara Municipal de Grândola e a entidade promotora Qantara Capital a minuta do contrato de planeamento para a construção de um parque logístico que vai ocupar uma área de 130 hectares e ficará situado a 8 km do centro de Grândola.

A Qantara Capital apresentou ainda o projeto para a construção de um hotel de 4 estrelas no centro da vila, com cerca de 50 quartos e 100 camas, destinado a clientes empresariais e turistas.

Tratam-se de dois projetos estratégicos para o município do litoral Alentejano. “Investimentos importantes que vão permitir, por um lado criar emprego e riqueza no nosso concelho e por outro lado atrair visitantes e aumentar o turismo”, explica o presidente da Câmara Municipal de Grândola, António Figueira Mendes.

Parque Logístico de Grândola

O Parque Logístico de Grândola vai ficar situado a 8 km de Grândola, junto ao IC1 e à linha ferroviária do Sul.

Uma localização estratégica e conectada com o Porto de Sines e a nova ligação ferroviária do Corredor Internacional Sul para Espanha e para a Europa, fundindo-se assim com a cadeia global de abastecimento e a rede industrial de Portugal.

Ocupará uma área total de 130 hectares, com 630.000 m2 de área de construção e 300.000 m2 de infraestruturas adjacentes.

O projeto conta com 24 lotes industriais com cerca de 25.000 m2 cada, com escala e modularidade para servir uma ampla gama de empresas (linhas de montagem, operadores de e-commerce, armazéns e empresas de transportes, etc), um ramal e um terminal ferroviário de carga privado, com conexões para o sul e para o norte do país, e uma extensa plataforma para armazenamento de contentores e vagões ferroviários.

O Parque Logístico de Grândola vai disponibilizar ainda um espaço de 15.000 m2, incluindo hotel, restaurantes, lojas, escritórios e estacionamento com carregamentos elétricos e posto de combustível. 75.000 m2 serão dedicados a um viveiro de plantas e a um centro de jardinagem, e os restantes 240.000 m2 serão preservados com paisagem natural de carvalhos e pinheiros. Vai ainda disponibilizar serviços complementares de creche e jardim de infância, ginásio e um espaço de formação profissional para upskill e/ou reskill de competências.

O início da construção do Parque Logístico de Grândola está previsto para 2023 e vai ser desenvolvido em quatro fases.

Trata-se de um investimento de interesse público elegível para o Plano de Recuperação e Resiliência.

Hotel Jardins de Grândola

Jardins de Grândola será o nome da nova unidade hoteleira de Grândola, com construção prevista para 2022 e conclusão em 2023.

Trata-se de um projeto de reabilitação urbana no centro da vila, em frente ao Jardim 1º de Maio, o projeto contempla um hotel com cerca de 50 quartos e 100 camas, com lobby-bar, restaurante, centro de eventos (espaço modular dividido entre uma grande sala de conferências e três pequenas salas de reuniões, com capacidade para um total de 150 pessoas) e piscina exterior, e ainda por um edifício residencial com 3 apartamentos duplex e 2 penthouses.

As duas infraestruturas são servidas por um parque de estacionamento subterrâneo para hóspedes, proprietários e visitantes, com cerca de 50 lugares.

O hotel posiciona-se no segmento boutique lifestyle e assume-se como um hub jovem e criativo, que funcione como um verdadeiro ponto de encontro na vila.

Oferece condições de alojamento de longa duração, mobilado e com serviço, quer para profissionais a trabalhar na região, quer para grupos e famílias em diferentes períodos do ano. E responde aos investimentos sem precedentes nas áreas de indústria, transportes, agricultura, energia e turismo que o município e a região têm sido alvo.

A Câmara Municipal de Grândola saúda o arranque de dois projetos estruturantes para Grândola e para toda a região do Alentejo Litoral.

“Entre as prioridades da autarquia de Grândola estão o desenvolvimento económico do concelho, o crescimento da região e o consequente aumento da qualidade de vida da nossa população.

E nesse sentido, Grândola tem desenvolvido uma importante ação de atração de investimento para a região.  É nesta perspetiva que se enquadram estes dois investimentos importantes que agora anunciamos, e que vão permitir, por um lado criar emprego e riqueza no nosso concelho e por outro lado atrair visitantes e aumentar o turismo”, salientou António Figueira Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Grândola.

Hadrien Fraissinet, CEO da Qantara Capital, revelou a sua satisfação por poder desenvolver estes dois projetos num “município com muito potencial e características excecionais” e as “enormes oportunidades de desenvolvimento e investimento que Grândola oferece para além dos óbvios empreendimentos na zona costeira”.

O responsável da entidade promotora destacou ainda a postura do município enquanto “interlocutor com uma estratégia de longo prazo e uma abordagem construtiva e transparente para o desenvolvimento de projetos estruturantes no concelho.

Esta combinação levou-nos a construir uma carteira diversificada de projetos imobiliários neste concelho, dos quais apresentámos hoje dois.

Esperamos manter este espírito de colaboração com o Município e com as entidades regionais e nacionais envolvidas no desenvolvimento destes dois projetos estratégicos”.

Autarquias

Câmara ‘repudia veementemente’ desacatos e pede identificação dos autores.

Refere ainda que existem poucos militares e que a autarquia tem vindo sempre a exigir mais apoio da tutela.

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 Município de Reguengos de Monsaraz divulga comunicado

“Autarquia refere ser fundamental identificar os infratores”

“O Município de Reguengos de Monsaraz repudia veementemente os desacatos e a violência ocorridos no passado dia 16 de julho numa esplanada de um bar na cidade de Reguengos de Monsaraz, sendo fundamental que se identifiquem os infratores e sejam abertos os respetivos inquéritos, para se fazer justiça, manifestando, desde já, a total e profunda solidariedade para com todos aqueles que sofreram danos, quer na sua integridade física, quer com a perda de bens”, refere o comunicado emitido ao final datardes de hoje.

E adianta: “Apesar da extrema gravidade dos factos, os mesmos foram pontuais e fizeram transparecer, sem margem para quaisquer dúvidas, a falta de efetivos do Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana de Reguengos de Monsaraz, bem como a falta de meios desta força de segurança.

Pelo que, o Município de Reguengos de Monsaraz vem, mais uma vez, reprovar e manifestar-se publicamente contra a diminuição do número de efetivos da GNR nos Postos Territoriais de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro a que se tem vindo a assistir há mais de uma década, apesar da firme e constante oposição da Autarquia manifestada junto da tutela da Administração Central nos sucessivos Governos. “

“A luta da autarquia para ter mais segurança”

A 23/01/2019 e 28/02/2019, a autarquia, aprovou uma moção, através da qual reprovaram a diminuição do número de efetivos da GNR nos Postos Territoriais de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro.

“De acordo com a mesma, no ano de 2009 encontravam-se ao serviço cerca de 40 militares no Posto Territorial de Reguengos de Monsaraz e 6 militares no Posto de Telheiro e, em 2019, encontravam-se afetos ao Posto de Reguengos de Monsaraz, 24 militares e ao Posto de Telheiro, 5 militares, os quais certamente, com folgas, férias e faltas, serão em número inferior e, por isso, os órgãos municipais consideraram que este número de efetivos não correspondia às expetativas e às necessidades da população e dos visitantes do concelho de Reguengos de Monsaraz.”

Esta moção foi enviada ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, à qual não foi obtida qualquer resposta. 

A luta por melhores condições das instalações dos Postos da GNR de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro e por mais efetivos e pelo não encerramento do Posto de Telheiro, levada a cabo pelos autarcas deste concelho é pública e notória, desde, pelo menos, o ano de 2007.

Em 2007, a Assembleia de Freguesia de Monsaraz aprovou uma moção contra o encerramento do Posto de Telheiro. O Município de Reguengos de Monsaraz celebrou com o Ministério da Administração Interna, em 20/02/2013, um Protocolo de cedência de edifício para efeitos de reabilitação de edifício para instalação do Posto da GNR de Telheiro. 

” A nova sede de destacamento que nunca avançou”

Por sua vez, o Município celebrou, igualmente, em 20/02/2013, um Protocolo de cedência de edifício que permitia a deslocação da sede do Destacamento Territorial de Reguengos deMonsaraz da GNR para um prédio a reabilitar, com melhores condições e equipamentos.

Este Protocolo mereceu homologação por parte do Secretário da Administração Interna, o qual foi objeto de Adenda, homologada, igualmente, pelo Secretário da Administração Interna, Fernando Alexandre.

Não obstante, o Ministério da Administração Interna decidiu, de forma unilateral, não avançar com este investimento. 

“Não obstante o concelho de Reguengos de Monsaraz ser um território com baixo índice de criminalidade e o episódio de violência ocorrido em 16 de julho ter sido pontual, é necessário garantir a ordem e a tranquilidade públicas e a segurança e a proteção dos munícipes e dos seus bens”, refere o mesmo comunicado.

“Pedido de audiência”

A autarquia vai solicitar, uma vez mais, uma audiência, com caráter de urgência, ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, com o mesmo “objetivo que sempre fora reivindicado: o de garantir um reforço de efetivos e de meios nos Postos Territoriais da Guarda Nacional Republicana de Reguengos de Monsaraz e de Telheiro, bem como o de garantir a concretização do investimento previsto em instalações adequadas para estes militares da GNR, conclui

O comunicado é assinado pelo atual presidente, José Calixto.

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