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“Grande Aquário do Amazonas’ é inaugurado no Fluviário de Mora.

Novo espaço vai er espécies que habitam em diferentes profundidades do rio.

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No Fluviário de Mora nasce um novo espaço de exposição viva.

“O Grande Aquário do Amazonas será inaugurado esta quarta-feira, 22 de Setembro”

O Fluviário de Mora abriu portas em 2007 e, ao longo dos anos, têm sido levadas a cabo intervenções de melhoria e qualificação de todo o edifício e respectiva exposição.

Agora, de forma a acrescentar ainda mais dinamismo ao espaço, foi projectado e construído um novo aquário que tem como principal função contribuir para a preservação das espécies nativas do rio Amazonas.

Esta nova atratividade do Fluviário de Mora albergará 65 exemplares de 11 espécies diferentes, sendo exemplos os Pacu, Pirarara, Pleco, Tapajos, entre outros.

Aqui estão representadas espécies de água doce quente, tanto carnívoras como herbívoras, cujos tamanhos vão dos 40 centímetros até ao 1,50 metros.

A escolha dos peixes a habitar no novo aquário foi realizada com base na sua distribuição pela coluna de água. Ou seja, o Grande Aquário do Amazonas acolhe espécies que habitam em diferentes profundidades do rio, uns à superfície, outros de meia água que vivem por norma em cardume, e os peixes de fundo.

Também a iluminação deste aquário foi meticulosamente estudada para que possa corresponder às características reais do rio Amazonas, adequando a intensidade da luz consoante a fase dia/noite, conforme a estação do ano.

Na parede oposta ao aquário poderá ser vista uma representação em vinil do rio Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo, com destaque para alguns dos locais da América do Sul por onde o mesmo passa.

Aqui poderão ler-se frases que alertam para a necessidade de preservação da biodiversidade do planeta Terra, nomeadamente os peixes nativos.

Para a Câmara Municipal de Mora, a disponibilização de um novo espaço expositivo é um marco importante na história do Fluviário. Para além de contribuir para a valorização deste equipamento e do Concelho, releva a causa ambiental que é desde o início uma das imagens de marca do Fluviário de Mora.

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Festival Aéreo em Beja. Veja as melhores imagens.

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Festival Aéreo da FAP

70 anos da Força Aérea

Cerca de 70 mil pessoas, segundo a organização, marcaram presença no derradeiro dia das comemorações dos 70 anos da Força Aérea Portuguesa.

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Fortes restrições no trânsito em Beja

Trânsito parado com longas filas

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São  esperadas mais de 70 mil pessoas para o Festival Aéreo que irá ter lugar na BA11.

O Festival encerra as festividades dos 70 anos da Força Aérea Portuguesa.

O IP2 está a sofrer forte pressão de trânsito com longas demoras.

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Cordão humano hoje em Tróia para proteger as dunas

Concentração na Praia Atlântica, Soltroia.

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Mapa de empreendimentos construídos e a construir na zona de Tróia

Plataforma Duna Livres

“Protesto na praia”

É hoje o protesto contra as novas construções na zona de Tróia. Esta é uma notícia que a TDS já tinha divulgado. (veja AQUI)

A organização (Plataforma Dunas Livres) refere que ‘Não podemos permitir que o Plano de Urbanização da Península de Tróia se concretize por completo, que os relvados de golf e aldeamentos balneares avancem pelo litoral; nem que mais água seja sugada enquanto a seca agrava; nem que mais uma região seja desapropriada da sua gente, privatizada para o turismo de elites, acabando-se em poucos anos com o que levou milhares de anos à Natureza a criar; e muito menos podemos continuar a perpeturar a sobreposição dos interesses económicos à sustentabilidade ecológica, ambiental, social e cultural”, conclui.

a história

Grão a grão, maré após maré durante milhares de anos, a península de Tróia cresceu do encontro dos sedimentos trazidos pelas correntes oceânicas, de um lado, e pelo Estuário do Sado, do outro. Os 40 kms de praia a partir dali são o pouco que resta de costa selvagem em Portugal, na Europa e talvez no mundo. São lagoas, sapais e dunas, reservas de uma biodiversidade única.

A construcção de vários mega-empreendimentos já está em curso, acompanhada pela destruição de habitats dunares e usurpação de água. Resorts, campos de golfe, casas de férias, piscinas, jardins, estradas e bares de praia.

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