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Agricultura

Governo vai restringir ‘furos’ para captação de água devido à seca no Alentejo.

Restrição terá lugar em oito bacias no Algarve e duas na bacia do Guadiana, (Alentejo interior), afirmou João Pedro Matos Fernandes.

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O ministro do Ambiente vai propor restrições aos furos para captação de água no Alentejo devido à seca. 

“Nós vamos, hoje, sob proposta nossa, limitar severamente a possibilidade de fazer furos para captação de água nas zonas mais críticas: oito bacias no Algarve e duas na bacia do Guadiana, portanto, no Alentejo interior”, afirmou João Pedro Matos Fernandes.

O ministro participou, nesta quarta-feira na reunião da comissão interministerial da seca, que junta também os Ministérios da Agricultura e outras entidades.

“Temos mesmo de o poder limitar [os furos] e temos de encontrar, com os agricultores sobretudo, novas soluções para o abeberamento de gado”, acrescentou Matos Fernandes.

Quanto à rega, face à previsão do IPMA “para estes dias, não vai [ser preciso] haver restrições para a agricultura”.

Relativamente à bacia do Sado, donde esta manhã saíram críticas da parte dos produtores de arroz, segundo os quais as sugestões feitas em 2017 pelo grupo de trabalho para a seca não avançaram, o ministro do Ambiente sublinha que tem estado a ser feita uma programação desde há dois anos.

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Agricultura

APORMOR responsabiliza governo pela inviabilidade de explorações agrícolas

Em causa o comunicado do dia 9 de Dezembro da Ministra da Agricultura, onde é deixado à escolha dos agricultores a decisão de optarem por uma única medida Agro-Ambiental na candidatura do Pedido Único de 2020.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Associação de Montemor o Novo responsabiliza o governo e a ministra da agricultura pela “inviabilidade económica e financeira de inúmeras explorações agrícolas e pelo agravamento do despovoamento do mundo rural.”

A APORMOR considera que “esta decisão rompe com os compromissos assumidos no atual Quadro Comunitário de Apoio (QCA), que deveriam continuar até à definição do próximo QCA, e é uma opção puramente economicista e até incongruente com o programa do Governo, que se compromete em «promover uma agricultura resiliente» e a «adotar medidas de gestão e conservação do solo, a apostar em pastagens permanentes semeadas e melhoradas, a apoiar e dinamizar a silvopastorícia extensiva»”, refere em comunicado.

“A Associação de Produtores de Bovinos, Ovinos e Caprinos da Região de Montemor-o-Novo adianta que os agricultores não têm culpa que, por responsabilidade exclusiva dos decisores políticos, as negociações da nova Política Agrícola Comum estejam paradas”.

Referem igualmente a dificuldade que existe, desta forma, em “planear o futuro enquanto não forem definidas as novas linhas de orientação sobre as componentes ambiental e produtiva.”

Em comunicado enviado à TDS a APORMOR refere que irá enviar uma carta à ministra da agricultura  a expor todas a situação. A nota termina com a ‘esperança’ de que o governo “reconheça o erro desta decisão e que o corrija a tempo, em nome da sustentabilidade da agricultura e do território rural”, conclui.

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