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Artes

Governo nomeia setubalense para direção artística da CNB

Mandato será de três anos

Ana Catarina Ventura

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Imagem: CNB

Bailarino e coreógrafo sucede a Sofia Campos.

“Carlos coreografou diversas óperas para o Teatro Aberto, Nacional de São Carlos e Nacional D. Maria II”.

O Ministério da Cultura nomeou, hoje, Carlos Manuel Prado Sousa como diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado, para um mandato de três anos, com início a 1 de setembro de 2021 e termo a 31 de agosto de 2024.

Carlos Prado nasceu em Setúbal em 1962 e fez a sua formação artística na Academia de Dança Contemporânea (ADC) de Setúbal sob a direção de Maria Bessa e António Rodrigues.

Ingressou na CNB em 1984 onde ficou até 1990, altura em que passou a integrar o elenco do Ballet Gulbenkian, como primeiro bailarino, até à sua extinção em 2005.

Na qualidade de assistente de Mauro Bigonzetti, trabalhou com importantes companhias de ballet no mundo onde se destacam o Teatro alla Scala de Milão, Bolshoi Moscovo, Ballet de Santiago Chile, NYC Ballet NY, Ópera de Paris e CNB Portugal entre muitas outras. Coreografou diversas Óperas para o Teatro Aberto, Teatro Nacional São Carlos e Teatro Nacional D. Maria II.

Artes

Setúbal recebe concertos na Casa da Cultura

Eventos realizam-se a 13 e 14 de agosto

Ana Catarina Ventura

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em

Imagem: Casa da Cultura

Concertos de dois dias

“Eventos serão no exterior da Casa”

Nos próximos dias 13 e 14 de agosto, Setúbal recebe quatro concertos no exterior da Casa da Cultura, onde os artistas vão partilhar diferentes sonoridades da cena musical portuguesa.

O primeiro dia do evento, que será já esta sexta-feira, é dedicado ao experimentalismo e a musicalidades mais eruditas.

O primeiro concerto conta com a estreia do quarteto constituído pelo o guitarrista Norberto Lobo, os trompetistas Yaw Tembe e João Almeida e o percussionista João Pereira. Ainda durante sexta-feira, a apresentação de “Chão Vermelho”, originais da violoncelista de Joana Guerra, acompanhada por Maria do Mar no violino e Carlos Godinho na percussão.

Sábado, a noite é dedicada a sons mais urbanos e ritmados. Começa com Herlander, produtor, cantor, escritor e performer que “deambula entre o melódico e o caótico, o experimental e o popular”.

Para fechar sobem ao palco os Hause Plants, trio formado por Guilherme Correia, por Nobita e Jantónio Nunes da Silva, um projeto musical com ritmos influenciados pelo pós-punk, shoegaze e dream-pop.

Serão quarenta lugares sentados disponíveis que asseguram o distanciamento social, pelo que o público deve cumprir as normas de segurança sanitária impostas pela Direção-Geral da Saúde, nomeadamente o uso de máscara..

Os concertos têm entrada gratuita, mediante reserva.

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