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Acidentes

GNR e Universidade de Évora criam plataforma para reduzir acidentes em Setúbal

O projeto de investigação, designado MOPREVIS – Modelação e Predição de Acidentes de Viação no Distrito de Setúbal, é financiado, em perto de 300 mil euros, pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

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A Universidade de Évora e o Comando de Setúbal da GNR estão a desenvolver uma plataforma de inteligência artificial para localizar os pontos com “maior probabilidade” de acidentes rodoviários e capaz de “definir ações” que reduzam a sinistralidade.

A iniciativa está inserida no eixo da inovação INCoDe.2030, lançada pelo Governo, no ano passado, e que apoia diversos projetos de investigação para tratar os dados recolhidos pela administração pública com mecanismos de inteligência artificial.

O MOPREVIS resultou da parceria entre a UÉ e o Comando Territorial de Setúbal da GNR, que atua num distrito que, apesar de não ser aquele que regista “o maior número de acidentes”, destaca-se como “sendo aquele com maior relevância na sinistralidade grave do país”, assinalou a universidade.

Em 2017, Setúbal “ficou em 1.º lugar na sinistralidade nas estradas” e, em 2018, “cerca de 12% das vítimas mortais resultantes de acidentes de viação em Portugal foram registadas” neste território, do qual a GNR é responsável por “cerca de 96%”, o que corresponde a “aproximadamente 5.000 quilómetros quadrados”.

Estes números “levaram esta força de segurança a solicitar à Universidade de Évora o desenvolvimento de uma plataforma de inteligência artificial capaz de definir ações que permitam reduzir a sinistralidade rodoviária grave neste distrito”, justificou a academia.

O projeto “visa identificar fatores determinantes que potenciam a ocorrência de acidentes e a sua gravidade, traçar o perfil dos intervenientes” ou “conceber um sistema de informação espacial combinando várias fontes de informação”, assinalou a universidade.

Outros dos objetivos passam por “construir modelos preditivos para o número e gravidade dos acidentes, bem como para os segmentos de estrada mais prováveis para a sua ocorrência num dado período temporal, ancorando em diferentes fontes de informação, seja a meteorologia, manutenção de estradas e gestão de tráfego, passando, entre outros, pela área de sistemas de navegação”, frisou.

Os investigadores esperam obter, com base nos modelos ajustados, “uma ferramenta digital de apoio à tomada de decisão em tempo real, com capacidade de voltar a estimar os parâmetros e atualizar as predições sempre que sejam obtidos novos dados”.

Acidentes

5 feridos leves num despiste em Beja

Condutor era o único adulto. Menores tem idades entre os 10 e os 15 anos.

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Cinco feridos leves é o balanço de um despiste em Beja na freguesia de Santa Clara de Louredo.

No veículo seguiam 4 menores com idades entre os 10 e os 15 anos. Os jovens foram transportados para o Hospital de Beja por questões preventivas não inspirando quaisquer cuidados.

O condutor, único adulto no acidente, foi assistido no local do despiste.

No local estiveram 14 operacionais e 6 viaturas. O alerta para o acidente foi dado às 13h23.

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