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Policias

GNR e ISSP assinam Protocolo de Cooperação no âmbito do Estatuto do Cuidador Informal

“Operação Censos Sénior” decorrerá durante o próximo mês de outubro.

Imagem: GNR
Ana Catarina Ventura

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Objetivo é informar cidadão sobre o Estatuto do Cuidado Informal

“Organizações pretendem organizar ações conjuntas destinadas a divulgar as regras de apoio, de acesso dos cidadãos, diretos e benefícios.”

A Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Instituto da Segurança Social (ISS I.P.) assinaram, no dia 14 de julho, um Protocolo de Cooperação para aumentar informação dos cidadãos relativa ao Estatuto do Cuidador Informal. O protocolo foi assinado no Comando-Geral da GNR, no Largo do Carmo, em Lisboa, pelo Comandante Operacional da GNR, Tenente-general José Manuel Lopes dos Santos Correia, em representação da Guarda, e pelo Presidente do Concelho Diretivo do Instituto da Segurança Social, Dr. Rui Fiolhais.

O ISS acompanha, fiscaliza e avalia o cumprimento das medidas das áreas de intervenção, devendo providenciar os instrumentos e os meios adequados à sua realização, onde se inclui o Estatuto do Cuidador Informal (ECI), que regula os direitos e os deveres do cuidador e da pessoa cuidada e estabelece medidas de apoio.

A GNR desenvolve programas específicos de proximidade à comunidade, no âmbito da Repartição de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, cumprindo a visão estratégica de ser reconhecida como “uma força de segurança humana, próxima e de confiança”, afirma o comunicado.

“Nesse sentido, e reconhecendo que a GNR possui capacidade nacional para beneficiar com informação os cidadãos mais isolados e vulneráveis, a GNR e o ISS pretendem com este Protocolo organizar ações conjuntas de formação destinadas a divulgar informação relativa às regras de apoio e de acesso dos cidadãos, seus diretos e benefícios previstos para o Estatuto do Cuidador Informal.” lê-se ainda.

As ações e iniciativas que as entidades desenvolvem em conjunto no âmbito do Protocolo assinado, “terão maior incidência no âmbito da Operação Censos Sénior, que decorrerá durante o próximo mês de outubro, na qual serão divulgadas as informações relativas aos cuidadores dos Idosos, em ações de proximidade e/ou nas redes sociais, bem através de várias ações de sensibilização em grupo de pessoas idosas mais vulneráveis.”

Crime

Militares da GNR de Reguengos não foram chamados aos tumultos. Acompanharam os agressores.

Agressores foram pedir ‘justiça’ ao posto da GNR.

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Violência em Reguengos de Monsaraz

“Militares acompanharam agressores”

A história dos acontecimentos de Reguengos de Monsaraz, no último fim de semana, não está contada na sua totalidade.

Os militares da GNR não foram chamados para ‘acalmar’ os tumultos.

Tudo começou quando os alegados agressores tentaram que lhes fosse servida bebida tendo o proprietário do espaço recusado. “Era cerca das 22h00 e a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas”, segundo referiu fonte próxima do proprietário do bar .

Após a recusa os alegados agressores foram às instalações da GNR de Reguengos de Monsaraz pedir a intervenção da GNR contra o próprio bar.

Para espanto de todos os agressores chegaram ao bar, pouco depois, acompanhados dos dois militares da GNR, visíveis nas imagens.

O responsável do bar justificou a recusa da venda de bebidas alcoólicas, às autoridades, tendo os alegados agressores partido para a violência.

Três pessoas ficaram feridas após atropelamento, uma delas com fracturas num membro superior, tendo sido assistido no Hospital de Évora.

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