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GNR de Évora assinala “Dia das Pessoas com Deficiência”

Campanha Nacional “desMarca a Diferença” da GNR começou hoje e termina a 9 de dezembro.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Iniciativa decorreu esta manhã na GNR de Évora

” GNR promoveu uma ação de hipoterapia no seu picadeiro “

O Comando Territorial de Évora, promoveu uma ação de hipoterapia no seu picadeiro, para as instituições de apoio a pessoas com deficiências.

O objetivo é a divulgação dos direitos e promoção da inclusão das Pessoas com Deficiência, no âmbito do “Dia Internacional das Pessoas com Deficiência” que se assinala hoje dia 3 de dezembro.

Através da hipoterapia, o cavalo torna-se num agente facilitador, capaz de alterar a resposta do sistema nervoso central da pessoa com deficiência, promovendo vivências fundamentais para o desenvolvimento de competências motoras, cognitivas, comunicativas e psicossociais.

Neste âmbito, a Guarda promove sessões de hipoterapia em Évora assim como em Lisboa, Porto e Gouveia.

A nível nacional a GNR lançou a Campanha Nacional “desMarca a Diferença” 

A campanha de sensibilização denominada por “desMarca a Diferença”, em todo o território nacional, iniciou-se hoje, e é direcionada para a divulgação dos direitos e promoção da inclusão das Pessoas com Deficiência, precisamente quando se assinala o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. Vai decorrer até ao dia 9 de dezembro.

No sentido de estar mais próxima das pessoas, a GNR pretende prestar uma resposta mais personalizada e adaptada aos problemas concretos da população, sobretudo da mais vulnerável. Para o efeito, em 2014, foi implementado o “Programa de Apoio a Pessoas com Deficiência” (PAPcD), que visa a promoção dos direitos e garantias de condições de vida dignas das pessoas com deficiência, procurando envolver de forma proactiva a comunidade para atender, compreender e respeitar as necessidades e diferenças de cada um, permitindo a igualdade de oportunidades e prevenindo situações de negligência, violência e maus-tratos.

Considerando o compromisso humano, social e cívico, a GNR tem ainda estabelecido diversas parcerias e protocolos com associações e escolas um pouco por todo o país, disponibilizando o seu efetivo animal para sessões de hipoterapia (cavalos) e cinoterapia (cães), dando o seu contributo para esta área tão sensível, mas extremamente gratificante.

Através da hipoterapia, o cavalo torna-se num agente facilitador, capaz de alterar a resposta do sistema nervoso central da pessoa com deficiência, promovendo vivências fundamentais para o desenvolvimento de competências motoras, cognitivas, comunicativas e psicossociais. Neste âmbito, a Guarda promove sessões de hipoterapia regularmente na Unidade de Segurança e Honras de Estado, em Lisboa, e noutras unidades ao longo do dispositivo territorial, designadamente em Évora, Gouveia e Porto.

Através da cinoterapia, são utilizados os cães como um recurso terapêutico inovador em sessões de cinoterapia a crianças com necessidades educativas especiais, contribuindo para a expressão das suas emoções e para a capacidade de comunicação. A realização destas sessões, além de promover e desenvolver défices cognitivos, educa também para a segurança rodoviária com recurso a cães, apoia na execução das atividades de vida diária dos beneficiários estimulando-os física e cognitivamente.

Neste âmbito, a Guarda tem colaborado com diversas instituições através do Grupo de Intervenção Cinotécnico na zona da Grande Lisboa e também em Coimbra, no Porto e em Viseu.

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Crime

Militares da GNR de Reguengos não foram chamados aos tumultos. Acompanharam os agressores.

Agressores foram pedir ‘justiça’ ao posto da GNR.

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Violência em Reguengos de Monsaraz

“Militares acompanharam agressores”

A história dos acontecimentos de Reguengos de Monsaraz, no último fim de semana, não está contada na sua totalidade.

Os militares da GNR não foram chamados para ‘acalmar’ os tumultos.

Tudo começou quando os alegados agressores tentaram que lhes fosse servida bebida tendo o proprietário do espaço recusado. “Era cerca das 22h00 e a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas”, segundo referiu fonte próxima do proprietário do bar .

Após a recusa os alegados agressores foram às instalações da GNR de Reguengos de Monsaraz pedir a intervenção da GNR contra o próprio bar.

Para espanto de todos os agressores chegaram ao bar, pouco depois, acompanhados dos dois militares da GNR, visíveis nas imagens.

O responsável do bar justificou a recusa da venda de bebidas alcoólicas, às autoridades, tendo os alegados agressores partido para a violência.

Três pessoas ficaram feridas após atropelamento, uma delas com fracturas num membro superior, tendo sido assistido no Hospital de Évora.

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