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Crime

GNR apreendeu 1 quilo de meixão em Alcácer do Sal.

Um quilo de meixão poderá atingir os 6 mil euros.

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Alcácer do Sal – Apreensão de um quilo de meixão juvenil

 ” Um quilo de meixão poderá atingir os 6 mil euros “

O Comando Territorial de Setúbal, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Grândola, apreendeu um quilo de meixão em estado juvenil, no Rio Sado, em Alcácer do Sal.

No decorrer de uma ação de fiscalização e vigilância do controlo da captura ilegal de meixão, os elementos do NPA detetaram uma rede mosquiteira destinada à captura desta espécie que, devido às suas características, é extremamente lesiva à fauna existente, e continha no seu interior cerca de um quilo de meixão.

O meixão, por se encontrar vivo, foi devolvido ao seu habitat natural.

A enguia europeia, (Anguilla anguilla), que na fase larvar é conhecida por enguia juvenil/meixão, é uma espécie considerada em perigo e que tem sofrido grande redução em razão da pesca ilegal, impedindo desta forma o normal ciclo de reprodução, colocando em causa a sustentabilidade da espécie.

O valor do meixão, no mercado final (países europeus e asiáticos), varia consoante os meses e pode alcançar um valor de seis mil euros por quilo.

Crime

Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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